Agenda de lazer #4

22.6.18
Parece que o fim‑de‑semana estará bom para desfrutarmos do Verão que acabou de chegar.

Sugestões para terem dois intensos de atividades :)

Lisboa

Teatro Tivoli BBVA- A Origem de Bum 18h (+ 3 anos. Entre 8.5€ a 13€)
Parque Catarina Eufémea - Muita Tralha, pouca tralha (+3 anos. Grátis)
CCB - No fundo Portugal é mar (para todas as idades. Grátis)
CCB - Filho de peixe sabe... pintar
Lisboa Story Centre - A história da cidade de Lisboa (+6 anos. Ente 3€ a 7€
Castelo São Jorge - Morcegos no Castelo

Cascais
Casa da Horta da Quinta da Santa Clara - Semear para depois colher (Dos 3 aos 10 anos. Grátis)

Loures
Biblioteca Municipal José Saramago - As cantadeiras de histórias (todas as idades. Grátis)

Porto 
Fundação Serralves - Quem mora no Jardim (0+. 5€


Passear, passear, passear....ao ar livre!

Bom fim-de-semana!!


As mães também falham!

21.6.18
Isto de ser mãe, é mais que um ciência exata. Não existe o certo ou o errado. Os dias são feitos de instinto, de certezas e de muitas incertezas.

Por vezes achamos que estamos a caminhar na direção certa até que percebemos que o caminho que achávamos ser certo não ser o mais acertado.

A vida é isto mesmo e ninguém disse que educar e cuidar de um filho era tarefa fácil, é muito mais que mudar fraldas e alimentar.

Ser mãe aprende-se todos os dias mais um bocadinho, aprende-se com bons momentos, com  lágrimas e com avanços e recuos.

E hoje tive consciência que falhei redondamente!

Ter um filho com necessidades especiais na escola não é fácil, sei por outros pais que já passaram por esta experiência que o caminho é feito de muita luta e de muitos altos e baixos mas o meu positivismo eleva-me sempre a pensar que tudo vai dar certo.

Este ano foi talvez o mais desafiante para nós, o ano de mudanças, o ano em que o T entrou na escola, onde tive que adaptar vezes sem conta o seu horário, onde tive de estabelecer prioridades e muitas vezes baixar os meus objetivos em prol do seu bem estar.

Tenho um equipa multidisciplinar a trabalhar diariamente com o T, cada terapeuta tem a sua visão, a sua forma de ensinar e não é fácil gerir cada metodologia e unir todas numa só.

Foram feitos vários pontos de situação, ou melhor eu fui fazendo entre elas, o tempo nem sempre abona a nossa favor e não é fácil reunir sete terapeutas numa sala, eu consegui fazer duas (a segunda será amanhã) mas hoje tomei consciência que não foi o suficiente.

Na consulta com a psicóloga de desenvolvimento, percebi que a comunicação devia ter sido mais eficaz entre todas, que faltaram trocas de informações entre elas, que ficaram coisas para trás, que podia ter sido mais diretiva, que podia ter dado mais de mim, e que acima de tudo que devia ter estado mais atenta.

Houve coisas que concordei e outras que nem tanto mas a minha falta de experiência fez-me acreditar e confiar e esse foi o meu problema.

A Escola dos "grandes"

20.6.18

O sistema educativo português oferece um ensino gratuito a partir dos três anos de idade, dando-se início ao ensino pré escolar. Este período sério de aprendizagem através da brincadeira e do desenvolvimento de competências motoras, linguísticas, emocionais e sociais, representa uma fase de muita importância, se não a mais importante, no desenvolvimento socioeducativo de uma criança. É neste período que se lançam as sementes que depois irão florescer ao longo do percurso escolar e educativo das crianças.

Aos seis anos em Portugal, sete, noutros países, tal como a Finlândia, as crianças integram o primeiro de quatro ciclos de escolaridade obrigatórios, segundo a lei atual portuguesa: 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básicos e o ensino secundário. Nesta fase, supostamente a criança atinge a maturidade cerebral que a permite avançar nos conhecimentos que se irão tornar cada vez mais complexos e abstratos e também deverá ter uma maturidade emocional para lidar com a resolução de problemas, a gestão da frustração, o autocontrolo e a autonomia que a entrada para a escola exige.

Neste sentido, quer a entrada para o jardim de infância (creche), quer para o primeiro ciclo são momentos vividos com alguma ansiedade e preocupações para os pais que, consequentemente, pode ter impacto nas crianças. São períodos de decisão difíceis, em que é exigidos às crianças e aos pais um corte com uma certa zona de conforto e de controlo relativamente à sua educação e desenvolvimento.

Contudo, a boa notícia é que, por norma, com quanto mais naturalidade estas etapas forem vividas, maior é a probabilidade de as coisas correrem bem. Como é natural, há sempre um período de adaptação para todos (crianças, pais e restante família, educadores e professores, etc) que deve ser respeitado.

Por esta altura, várias são as famílias que estão perante esta tomada de decisão: Os pais das crianças de 2/3 anos que têm tido o privilégio de estar em casa com os avós, amas ou outros familiares que se questionam se estará no momento do seu filho conviver com outras crianças num ambiente de aprendizagem e de estimulação cognitiva, que é sempre diferente daquela que se tem no contexto familiar (a não ser que o cuidador da criança tenha formação pedagógica e desenvolva essas competências, tal como acontece no ensino doméstico, sendo este uma opção cada vez mais procurada por famílias portuguesas), assim como o caso das crianças com 5/6 anos que pela sua idade poderão estar em situação de matrícula no 1º ano de escolaridade. À partida, qualquer criança que faça 6 anos até ao dia 15 de Setembro do ano letivo que inicia, estará em condições de se matricular no 1º ciclo. Os alunos que celebrarem o seu aniversário após essa data, poderão ou não optar pela matrícula no 1º ano, sendo que no caso da inscrição, existe o risco de não conseguirem vaga, uma vez que são alunos condicionais, não sendo considerados como prioritários. Neste caso, será importante realizar a matrícula em mais do que um estabelecimento de ensino, e simultaneamente no jardim de infância, para que possa ter sempre uma vaga garantida no ensino público.

Foquemo-nos na entrada para a segunda “Escola dos Grandes” (1°ano):

Como saber se é o momento certo?
A resposta está inteiramente no seu filho. Cada criança é única e especial, sendo importante conhecê-la nas suas diferentes dimensões e para isso, por vezes é importante recorrer à opinião da educadora, dos médicos e outros técnicos que acompanham a criança, assim como à opinião dos familiares próximos e atentos ao desenvolvimento da criança. A decisão será sempre sua, mas não se esqueça que conhece o seu filho enquanto filho, mas que também é importante ter uma perspetiva da criança noutros papéis sociais, nomeadamente enquanto aluno. A educadora pode ser uma grande aliada nesta tomada de decisão, tendo um conhecimento aprofundado das dimensões cognitivas, sociais e emocionais da criança. Estas três dimensões envolvem competências tais como: a motricidade, a linguagem, o raciocínio, a atenção, a memória, a resistência à frustração, a persistência na tarefa, o conseguir controlar os seus impulsos, a autonomia, a socialização, entre outras.

Como se vê, são precisos vários requisitos para que a entrada para a escola possa ser feita com alguma segurança, no entanto, nem todas as crianças atingem os mesmos patamares na mesma altura nem da mesma forma, sendo, por isso, importante conhecer bem a criança e sobretudo não ter pressa de saltar etapas nem que ela cresça depressa ou devagar demais. Respeitar o ritmo do seu filho pode ser uma importante aprendizagem e, geralmente, é sempre a decisão mais acertada.


O que muda na entrada para a escola?

O espaço normalmente é uma mudança de peso na entrada para a escola. Muitas vezes é dentro do mesmo recinto onde a criança frequentou o jardim de infância, contudo, o edifício muda assim como a própria imagem da sala de aula. A principal diferença, na maioria das escolas, é que de uma disposição de mesas em grupo, passa-se para mesas individuais ou a pares, o famoso tapete e os adorados cantinhos de brincadeira desaparecem para dar lugar a móveis de organização para os livros e cadernos escolares. No ensino tradicional, a sala passa a ser um lugar de trabalho em que os brinquedos ficam apenas a assistir, tendo a brincadeira lugar apenas no recreio, que parece sempre pouco para a energia que há para gastar. Pode ser importante fazer uma visita com o seu filhos, à escola/instalações novas para que o conhecimento prévio do espaço possam trazer maior segurança para todos.

Na maioria das escolas os horários são mais rígidos relativamente ao jardim de infância e as orientações das escolas regem-se pelo estatuto do aluno que prevê aspetos tais como as faltas, a (in)disciplina, a participação do encarregado de educação na vida escolar do aluno, etc. Seja um modelo para o seu filho relativamente ao respeito a ter pela instituição escolar e pelo direito de aprender: respeite os horários, faça um esforço por entender as regras e normas da escola, passando essa mensagem ao seu filho, reforçando sempre a importância da figura do professor.

Os conteúdos pedagógicos alargam-se e aprofundam-se. São solicitadas cada vez mais competências às crianças para que possam acompanhar um currículo que por vezes vai para além do que é possível exigir ao cérebro de uma criança. Todavia, a possibilidade de evolução e a sensação de progresso é das sensações melhores que se poderá dar a uma criança em idade escolar. A partir de agora, poderão ser elas a ensinar os adultos certas coisas que estes há tanto tempo já se esqueceram. Isso traz-lhes uma sensação muito grande de eficácia e de importância. Permita que o seu filho fale consigo e lhe mostre o que aprendeu, reforce o quão importante é cada aprendizagem e faça um elogio por cada vitória alcançada.

Orgulho em ti!

19.6.18
E assim acabou um ano letivo.

Ainda me lembro como se fosse hoje do primeiro dia em que o deixei. Continuo a afirmar que nenhuma mãe está preparada para ver os seus filhos voarem.

Pelo menos eu não estou, e se há pessoa resistente ao seu crescimento sou eu! Tento não ser assim porque crescimento é sinónimo de sabedoria mas só de saber que cada conquista deles é um pulo para a sua autonomia parte-me o coração.

Sou daquelas que durmo agarrada a eles, que os cheiro até ficar sem ar e onde tento congelar cada suspiro seu para sempre.

O balanço do seu primeiro ano letivo foi muito bom. Não há criança, auxiliar ou professora que não conheça o T.

O T tem um carisma que não deixa ninguém indiferente, não o digo por ser meu filho mas porque tenho noção do quanto ele brilha por si.

Nunca em momento algum senti que a sua trissomia se sobrepôs ao seu nome. O que outros meninos faziam ele também fazia mesmo que por vezes fosse a um ritmo diferente.

Andei sempre de mãos dadas com a escola e todas as terapeutas se esforçaram sempre por manterem uma ligação entre si e trabalharmos todos em conjunto para um único objetivo: O melhor desenvolvimento do T.

A festa foi o culminar de todas estas experiências novas.

Foi com um orgulho gigante que o vi subir ao palco vestido com o seu fato de palhaço. E ali não houveram diferenças, não houve trissomia, nem tão pouco limitações, apenas houve crianças felizes.



Estavam todos felizes e isso foi bonito de ver, cada um com o seu papel e com uma vontade enorme de brilharem. Por de trás daquele palco havia toda uma equipa que se esforçou e trabalhou arduamente com os nossos filhos para que eles pudessem desempenhar o seu papel da melhor forma.

No lado de cá estavam famílias inteiras, pais, avós, irmãos, tios para aplaudirem de pé todo o empenho das suas crianças.



O FM teve sempre muito atento ao irmão e assim que o T o viu começou logo a chamá-lo. É um respeito, uma admiração mútua que chega a emocionar.

Foi um final de tarde intenso! Emocionei-me vezes sem conta, vibrei cada palma, cada sorriso cada dança dele, e quase que me caíram as penas tal era o orgulho que senti pelo meu achinesado.

Os novos "amigos" cá de casa

19.6.18
Por norma os banhos cá em casa são sempre motivo de festa mas existem algumas excepções em que o momento se torna de birras ou porque querem continuar a brincar ou porque simplesmente não lhes apetece.

E para tornar a higiene do T e do FM ainda mais divertidos apresento-vos a edição limitada da Mustela.

A Ovelha Sisi (Creme hidratante com 97% de ingredientes de origem natural e 0% de parabenos, ftalatos e fenoxietanol).

A Baleia Vicky (Champô com 93% de ingredientes de origem natural e 0% de parabenos, ftalatos e fenoxietanol).

O Elefante Léo (Gel Lavante com 90% de ingredientes de origem natural e 0% de parabenos, ftalatos e fenoxietanol).

São os novos "amigos" cá de casa.

Aproveito sempre o momento para lhes contar uma história sobre a ovelha, elefante e a baleia. Já me começa é a faltar imaginação.

Aproveitem a campanha 2=3, com a oferta do produto de menor valor!!

Estas embalagens são a coisa mais querida :)






Finalmente calor!!

18.6.18

Finalmente o calor chegou e chegou com tudo!!

Que saudades de acordar com o sol a entrar pela casa dentro. Parece que só por si o dia começa com uma energia diferente.

Sou do calor e confesso que já estava cansada de tanto frio e chuva.

Parece que já se conseguiu repor a água que começava a faltar em algumas zonas do nosso país por isso agora que chegue o Verão de uma vez por todas!

E este vestido da Trendy Bazaar, de tecido leve é óptimo para estes dias quentes.



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Dias Felizes

17.6.18
Gostava de vos conseguir transmitir tudo o que foi este fim-de-semana mas tenho noção que há coisas que não se dizem, não se explicam, sentem-se.

Era um fim de semana que estava na nossa cabeça desde Maio mas entre contratempos e o tempo foi adiado até ontem. E sabem que mais ainda bem que vieram todos esses contratempos pois graças a eles abrimos o Verão da melhor forma.

O tempo não podia estra melhor, apanhámos aquelas temperaturas boas, água maravilhosa e uma noite de verão de fazer inveja a muitas noites de Agosto.

Sabíamos de antemão que seriam dois dias intensos, que iríamos dar tudo de nós, que viveríamos no limite da adrenalina mas nunca pensámos que seria tão bom.

Ficámos no Aquashow Park Hotel com entrada gratuita no parque de diversões. Adorámos o hotel, super friedly e cheio de vida. É um hotel para famílias, pensado para as crianças. Não faltam cadeiras de refeição no restaurante e até lápis e borrachas para eles estarem entretidos. O quarto está equipado com banheira para bebés o que facilita quando temos filhos com idades mais pequenas. Existe também uma sala própria cheia de brincadeiras para as crianças.

O exterior além de uma piscina óptima tem um espaço cheio de insufláveis e brincadeiras para usufruírem ao máximo do ar livre.



Quando entrámos ao parque aquático foi como um reviver de tudo o que já li vivemos, a última vez que ali tivemos ainda não tínhamos filhos. 



Quando passámos aquelas portas de ferro, foi como um despertar para um novo mundo que até então desconhecia.

Aqueles olhos quase explodiam de tanta alegria. Eles estavam tão felizes... o FM por ser mais pequeno teve mais medo do escorrega, embora o tenha experimentado, preferiu ficar a brincar na água e a bater palmas ao irmão quando escorregava. Já o T passou o dia a subir e a descer o escorrega de água.





Be Chic 


Terços da Lupinha 



Ver aquelas gargalhadas, aqueles sorrisos, aquelas palmas encheram o nosso coração.

Rumo ao Sul

15.6.18
Gosto imenso do nosso país e como tal também gosto de viajar cá dentro. O meu lugar predilecto são as terras algarvias.

O Algarve tem uma mística única, aquele cheiro é inconfundível, a energia das pessoas, a água quente e aquele calor enchem-me a alma.

Felizmente o bom tempo chegou e nós estamos cheios de vontade de voltar a estender a toalha na praia.

O T e o FM parece que já estão pressentir os dias intensos que vão ter. Vamos para o Aquashow e acredito que eles vão delirar com todas as brincadeiras aquáticas que por lá andam para as crianças.

Sei que não vou para descansar, mas vou para usufruir dos meus filhos ao máximo, sem horários e  sem o stress típico do dia a dia.

Acompanhem-nos pelo Instagram pois vamos estar por lá :)

Desejo-vos um óptimo fim‑de‑semana cheio de programas no exterior pois já merecíamos sentir este calor bom.



Finalmente chegou o Sol!

14.6.18
Finalmente o bom tempo começa a chegar e para festejar este Sol fantástico que tanta saudade nos dava tenho um passatempo para vocês :)

As sandálias mais giras deste verão são da Pés de Cereja e eu tenho uma para vos oferecer!

São de plástico e dão para a praia ou até para uns bons passeios ao ar livro. Super confortáveis, com velcro que permite que sejam práticas para o calça e descalça.

Para mim uma peça indispensável no roupeiro deste Verão.

Aproveito para vos dizer que a Pés de Cereja está com uma colecção imperdível.




Todas as dicas para viajar com crianças

13.6.18
Desde que tive de férias em Punta Cana que recebo muitas mensagens a perguntar como é gerir as malas, os filhos, a viagem de avião e toda uma logística que implica uma viagem de 8h.

E a resposta é simples: DESCOMPLICAR!


Scotta

Descomplicar é a palavra de ordem para umas férias que queremos que sejam tranquilas.

A Viagem

A viagem só por si não é fácil de gerir, pelas horas em questão mas com optimismo e com espírito de férias tudo se consegue.

Pessoalmente levei muitos brinquedos, tablet com os desenhos animados preferidos e comidas variadas.

Mas de tudo usei 0!

Nestas viagens vão sempre imensas crianças, o que faz com brinquem uns com os outros. Houve alturas que dei por mim sem o T e o FM porque ou estavam a brincar com outras crianças ou estavam a dar uma corrida e a cumprimentar o avião inteiro.

Mas em 8 horas dá para fazer muita coisa, para comer, brincar e dormir. E aqui tive a ajuda de umas camas próprias para avião da Jetkids, o que facilitou pois dormiram de uma forma confortável. Mas para crianças até um ano por norma os aviões disponibilizam os bancos da primeira linha porque têm "berços" próprios para dormirem. Quando fomos ao Brasil (aqui) resultou igualmente muito bem.


Viagem ao Brasil. O T tinha 1 ano de idade


Relativamente a estas camas da JetKids não aconselho para crianças além dos 3 anos porque depois disso é difícil conseguirem ter espaço para servir de cama, mas serve para terem as pernas estendidas :)

Quanto à alimentação, aqui é muito variável porque depende de criança para criança, no nosso caso levei iogolinos e naturnes que não precisam de frio, bolachas, queijinhos, papa e com medo da comida de avião levei boiões de comida pré-feitos que só precisam que sejam aquecidos em banho maria ou micro-ondas.

Mas o que levei trouxe de volta porque eles acabaram por comer a comida de avião (frango com arroz). Hoje em dia as comidas de avião são boas e simples o que por norma as crianças possam comer.

Aconselho a levarem na mala de mão, fraldas, toalhitas, duas fraldas de pano, brinquedos (apenas 2-3), uma camisola mais quente, meias quentinhas, porque no avião faz mais frio. Eu descalcei o T e o FM para que pudessem estar mais confortáveis. Levei também umas t-shirts para trocar quando chegássemos. 

Outra coisa que levei foi uma roupa extra de cada um para o caso de uma mala se perder pelo caminho.

No caso de precisarem de levar medicação convosco, não se esqueçam de levar a receita médica.

A viagem correu muito bem e passou relativamente rápida pois a nossa cabeça acaba por estar sempre nos nossos filhos. De regresso a viagem foi feita durante a noite o que fez com que dormissem as 8h seguidas.

Mala

Só uma mala foi para eles é um facto mas poucas coisas senti que eram indispensáveis. Vou apresentar-vos em formato lista para ser mais fácil de leitura:
  • Roupa muito prática, levei essencialmente roupa com tecidos leves e frescos porque o calor que se sente nestes países é muito e quanto mais confortáveis eles tiverem melhor para eles e para nós.
  • Levei muita roupa!! E pouca coisa trouxe "lavado".
  • 18 T-Shirts (Levei 22)
  • 2 Polos (Levei 8. Os polos são muito quentes, desaconselho levarem)
  • 4 Calções de tecido leve 
  • 2 Jardineiras calção
  • 4 Calças (para as viagens)
  • 2 Camisolas
  • 6 Pijamas (usaram 0). A roupa que usavam à noite tinha muito pouco uso, chegavam sempre ao quarto a dormir, descalçava-os, tirava os calções e só dormiam de t-shirt e fralda)
  • 2 Havaianas
  • 2 Ténis (Levam na viagem)
  • 2 Sandálias
  • 2 chapéus (Devia ter levado mais 2 porque eles estavam sempre a molhá-los)
  • Fatos de banho (muitos). Durante o dia vão estar sempre de fato de banho e para que nunca arrefeçam aconselho levarem sempre 3 para a praia e vão trocando ao longo do dia)
  • Óculos de sol (não levei porque me esqueci)
Pés de Cereja 

Mundo da Tuxa 

*Toda esta lista apresentada foi pensada em duas crianças.

Look Praia

12.6.18

Gosto de calor, gosto de piscina, gosto de praia mas acima de tudo gosto de me sentir bonita. E a praia é um sitio tão válido como outro para nos arranjarmos.

Não sou das que vai maquilhada nem tão pouco com o cabelo arranjado como se tivesse vindo do cabeleireiro mas sou das que gosto de dar alguma graça ao look.

Sou de colares (muitos), das clássicas pérolas e dos óculos de sol, das havaianas, de fatos de banho, de bikinis (alguns) e de tecidos leves.

Deixo-vos quatro look's para a praia, piscina ou sunset.

Agora o que é preciso é que venha daí o bom tempo.

2 Tons

Fato de banho | Calzedonia



2 Tons

Tanto de nada como de TUDO

7.6.18

Em quatro anos que fomos a Vila Verde foi a primeira vez que em Junho chovia como se de Inverno se tratasse.

Parece que o Verão não quer nada connosco.

Ontem a primeira avaliação, não correu como esperado, na realidade nem sei bem como correu, fiquei com aquele sentimento de um vazio de tão “oca” que foi.

A ordem das avaliações foram mudadas e acredito que isso tenha pesado no seu desempenho pois quando chegou a hora da verdade o T já estava cheio de sono e pouco ou nada cooperou.


















Houve um silêncio naquela sala, um olhar pesado entre todos, e uma certeza que tudo aquilo estava a fraquejar.

Saí “oca” daquela sala, não estava a conseguir sequer pensar, senti o corpo a bloquear na incerteza, senti o olhar de quem me rodeava como se fosse o meu também.

Era um mergulho no nada e na incerteza, uma coisa tinha como certa o T tinha evoluído nestes seis meses, tinha deixado de ser bebé para se tornar numa criança cheia de vontade própria.

Sabia o que o meu coração via mas não sabia o que os olhos da terapeuta viam.

Foram alguns minutos na incerteza do nada mas uma confiança desmedida nele. Respirei fundo, olhei-me ao espelho e acreditei que hoje o dia seria melhor.

O T no meio de tudo esteve sempre feliz e tranquilo, talvez no seu íntimo tivesse a confiança em si próprio.

Chegámos à avaliação final, sem saber o que nos esperava, uma coisa tínhamos como certa o T tinha dado o melhor nestes últimos seis meses.

Assim que nos sentámos a terapeuta disse que o T tinha 100% de idade neurológica e que tinha tido um óptimo desempenho. Estamos a uns passos da verdadeira alta do programa.

O meu coração tremeu tanto naquele momento, chegando mesmo ao ponto de conter as lágrimas de tanta emoção.

Tinha sido a melhor avaliação até agora!! Já tínhamos tido 98% mas nunca 100%.

No meio de tudo ainda recebeu o diploma da fala, porque nisso o T tinha dado um pulo gigante, deixou de falar apenas por imitação, começando a expressar-se com vontade própria. Um dos nossos maiores ganhos!!






Estamos no 5º nível, faltando apenas um para alcançar, a meta fina. Agora sim vai ser a doer... mas tenho a certeza que iremos ganhar esta grande batalha que se avizinha!

Este foi um sonho meu, um sonho que me obrigou a trazer para junto de mim muitas terapeutas pois sem elas este sonho não se iluminava soziho.

Fui contra tudo e todos, acreditei sempre que tudo iria dar certo e que este seria o caminho certo para nós.

Já passámos por várias pedras, muitas delas pedregulhos mas sempre tivemos como certo que o caminho se fazia caminhando. 

Estou feliz, muito feliz! Mas com um orgulho gigante neste meu filho que tem mostrado que basta acreditar para que o nada se torne em TUDO!

Obrigada a todos pelo enorme carinho, por nos fazerem ainda mais felizes e por nos darem sempre a mão.

Os sonhos comandam a vida e nós somos a prova disso.

Acreditem!

Sonhem ainda mais!

Porque a vida quando vem, vem com tudo!