Amanhã é dia de festa

23.8.19
O mês de Agosto é óptimo mas no que respeita a fazer anos é sempre agridoce pois é mais difícil reunir os amigos pois a maioria está de férias. Assim optámos por fazer uma vez mais a festa no fim do mês a fim de não atrapalhar as nossas férias e também para reunirmos o máximo de amigos e familiares.

Este ano tinha todas as “desculpas” para não fazer a festa mas confesso que a minha consciência não me deixou pois se há pessoa que gosta de celebrar os anos é o T.

Ele vibra em ter os amigos reunidos e com os Parabéns, que já é da praxe cantarmos vezes sem conta.

O T é fã da Masha e do Urso por isso o tema será esse, vai haver uma surpresa ao cantarmos os Parabéns mas isso vai ser surpresa até amanhã 😉

Acompanhem toda a festa pelo Instagram.


  

As nossas férias a 5

22.8.19
Não posso dizer que foram as melhores férias do mundo porque não as senti como tal mas já sabia que seria assim, faz parte e isso não me deixa triste.

A minha única preocupação era que o T e o FM tivessem as suas férias, que se divertissem e fossem felizes.

Na vida há tempo para tudo, é preciso respeitar os momentos em que nos encontramos, a praia e a piscina não vão acabar e para o ano lá estarão à minha espera no mesmo local onde as deixei em 2018.

O meu foco principal, além do T e do FM, é a MC. É nela que estão centradas todas as minhas atenções pois é agora, que ela precisa de sentir os meus braços e o meu cheiro e não "amanhã".

Como sempre rumamos ao Sul com toda a família, ao todo éramos 10. Uma casa cheia e muito barulhenta.

O que mais me custou foi não ter aproveitado a felicidade dos meus filhos, senti que eles fugiram-me das mãos. Enquanto eles estavam na praia eu estava em casa a cuidar da MC, sempre que iam era um vazio que invadia o meu coração.

Valeu-me o pai que mandava fotografias e vídeos para que me sentisse um pouco mais perto deles. Foi pai e mãe tantas e tantas vezes. E garantiu acima de tudo que se divertiam.

Calções de banho | Baby by Pikis


Emocionalmente para mim foi difícil, houve dias em que só queria ir... tinha medo que eles não compreendessem, que eles sentissem a mana como alguém que lhes roubou a mãe.

A (dor) e o amor em amamentar um filho

15.8.19
Ninguém nos prepara para a amamentação, é algo natural pensamos nós, pouco ou nada se fala das dores iniciais e o quanto temos de ser resilientes para gozarmos o acto de dar de mamar em pleno.

Fala-se muito do parto e vivemos tantas vezes aterrorizadas com ele quando para mim é das coisas mais simples (talvez porque nunca tenha passado por nenhuma situação traumática). Agora a amamentação é outra conversa...

Ouvi no outro dia que a amamentação chega a ser pior que o parto e não podia concordar mais com essa afirmação...lembro-me de desejar voltar ao parto em prol de todas as dores que estava a passar por causa da mastite que tive.

Se há coisa dura na maternidade é a amamentação!

Respeito todas as decisões, mas eu sou a favor da mama, sei os benefícios que o nosso leite tem para os nossos filhos e o quanto nos ajuda emocionalmente.

Há quem seja como eu, há quem opte por não dar mama em prol de umas boas maminhas, há quem simplesmente não dê porque não conseguiu vencer as dores iniciais, há quem não se queira sentir "presa" e há quem se deixe vencer por comentários menos felizes.

Tudo certo, o corpo é nosso, e cabe  a nós fazermos dele o que bem entendermos. No entanto é importante passar a mensagem que está provado cientificamente os benefícios do leite materno. As marcas de leite adaptado são as próprias a afirmar que jamais existirá uma fórmula equiparada ao leite da mãe. São semelhantes mas inigualáveis.

Conheço todo o tipo de casos, todos discutíveis, posso não concordar mas aceito até porque o mais importante é o bem estar entre uma mãe e o seu bebé. O resto não importa.

É preciso acima de tudo estarmos informadas, termos voz própria e seguir o nosso caminho mesmo que para isso nos sintamos mais "presas" ou com dores.

As primeiras semanas são duras a todos os níveis, é um bebé que se está a habituar ao mundo exterior, é uma família que se está a reorganizar, é um peito que se está a adaptar à sucção de um bebé e é um bebé que se está habituar a mamar.

É um processo a dois, de aprendizagem, de lágrimas mas de um grande amor.

Finalmente conseguimos o Desfralde!!

14.8.19
Confesso que não foi hoje que desfraldou mas sim há três meses mas queria perceber até que ponto não seria um possível "falso alarme".

Acredito que cada criança tem o seu ritmo e que deve ser respeitada. Por vezes a nossa "pressa" pode criar insegurança e causar uma baixa auto estima aos nossos filhos sem que para isso nos apercebamos desses efeitos negativos que lhes estamos a causar.

O desfralde do FM foi de um dia para o outro, um dia estava a usar fralda, no outro já pedia para fazer e aos dois anos desfraldou sem truques e técnicas.

Já o T desde que iniciou a escola que estávamos a tentar. Foi um ano e meio de avanços e recuos. Quando achávamos que já estava controlado, voltávamos à estaca zero.

Foi várias vezes emocionalmente desgastante para todos.

No Inverso era tudo mais complicado e desistia e assim voltávamos à cueca fralda mas mantendo a rotina de o levar à casa de banho e de lhe perguntar se queria fazer xixi ou cocó e a resposta era sempre a mesma "não".

Chegava a perguntar e minutos depois fazia nas cuecas.

Entretanto aceitei o facto de ainda não ser o seu tempo e senão sinalizava a sua vontade, era difícil de controlar.

A ideia de o meter de x em x tempo no bacio não era algo que me agradava, pois senão sinalizava, como é que ele assim ia conseguir fazer?

Depois custava-me andar constantemente a caminho da casa de banho quando havia um mundo lá fora para ser explorado.

Baixei os braços. Respeite-o e dei-lhe tempo. Passei a aceitar sem "medos". Estava tranquila com a minha decisão e igualmente orgulhosa do meu filho.

Sem dramas. Era a nossa realidade e só a tínhamos de aceitar.

Entretanto os meses foram passando e o T começou a crescer cada vez mais cognitivamente, conseguia expressar-se, percebia tudo o que lhe dizíamos e o meu marido achou que já não havia justificação para o uso das fraldas.

Acreditava que já não era uma questão de preparação ou de falta de percepção mas sim de uma preguiça do T. Não concordei e disse-lhe isso.

Ele insistiu comigo que este ano ia desfraldar porque já estava na altura. No dia seguinte foi deixar o T na escola e avisou a educadora que não existiam mais cuecas fraldas mas sim cuecas. E assim foi, com muitos descuidos pelo caminho e alguma paciência, passado umas semanas o T começou a sinalizar, sempre que o fazia era uma festa, quase com direito a bolo.

Ele adorava aquele momento de festa! Já tudo festejava...até o FM!

E assim de repente, quase sem avisar, o desfralde foi feito!

Foi uma vitória do meu marido, foi ele que insistiu e foi ele que acreditou que o T já estava preparado.

Ainda existem alguns descuidos (muito poucos) mas não me aborrece. Nunca mais usou fraldas e isso para mim é o desfralde em pleno.

O FM ainda hoje também tem descuidos porque muitas vezes a brincadeira é mais importante que uma ida à casa de banho...

À noite ainda não foi feito o desfralde, eles ainda fazem muito durante a noite e eu confesso que não ando com muita vontade de lavar lençóis atrás de lençóis.

Vamos com calma e assim que as fraldas vierem secas deixamos de as usar. Neste momento vou substituir a fralda pela cueca fralda, reduzir na água a partir de uma certa hora e explicar-lhes que agora já não têm fralda.

Vamos ver como corre, sem pressas.












18 Anos

13.8.19
18 Anos de uma história de um grande AMOR!

Longe dos meus sonhos estava este homem que se tornou no meu namorado de verão, a namorado de uma vida, amigo, confidente, a marido e pai dos meus filhos.

Ainda me lembro da primeira vez que o vi, na minha festa dos 16 anos, achei-o a pessoa mais irritante do mundo, convencido e tudo e tudo.

Dois anos depois tornou-se o meu namorado, e o homem da minha vida.

Uma relação cheia de bons e (alguns) maus momentos mas foram os maus que nos tornaram fortes. O caminho faz-se caminhando, nunca é linear, tem sempre algumas pedras mas cabe a nós tira-las do nosso caminho e nisso nós somos exímios.

De puto irritante passou a homem da minha vida!

Não imagino a minha vida sem ele e se hoje me perguntassem se voltaria a estar naquele sitio àquela hora não hesitaria em dizer que sim.

Sou feliz com ele e grata por estes 18 anos maravilhosos.

A nós!

LY




S.O.S cólicas!

8.8.19
A MC tem tido algumas cólicas, nada de muito intenso, mas cólicas são sempre cólicas, e com elas vem sempre um choro intenso e o nosso desespero em querermos aliviar aquelas dores que teimam em dar desconforto ao nosso filho.

Por saber disso pedi ajuda à Enfermeira Ângela para me ajudar a prevenir e aliviar as cólicas.

Ninho | Let It Sweet



Uma das maiores vantagens é termos este apoio dado em nossa casa, junto da nossa rotina e com as nossas coisas.

Já tinha recorrido a este apoio ao domicílio do FM e voltei a repetir com a MC. É sempre melhor ter uma consulta personalizada, onde abordamos vários assuntos e tiramos as nossas dúvidas. É importante termos consciência que não sabemos tudo e que não somos menos mães por não sabermos. O importante é pedir ajuda a quem sabe.
No fim ainda recebi algumas amostras de produtos para que testasse e me ajudassem nesta fase.



A Enfermeira Ângela, é enfermeira especialista e tem formação especializada na massagem infantil. 

Antes de tudo é importante que se faça uma avaliação global do bebé pois as cólicas,  na maioria das vezes estão relacionadas com muitos outros factores que têm que ser solucionados, a técnica de arrotar é uma delas, o proporcionar conforto, a técnica de amamentação são outros possíveis factores.

Pedi à Enfermeira Ângela para vos dar algumas noções sobre este “mundo das cólicas”.

O que são as cólicas?

Por definição cólica é a irritabilidade, agitação ou choro intenso, predominantemente ao fim do dia, com duração média de quarenta e cinco minutos a duas horas, mais de três dias por semana, durante pelo menos uma semana, em crianças saudáveis.

Como se manifesta no bebé:

O bebé apresenta um choro típico de dor, intenso, vigoroso, gritado; flexão dos membros inferiores; abdómen distendido; rubor facial; punhos fechados; emissão de gases mais frequentemente após uma refeição.

Quando surgem?

Habitualmente surgem na segunda semana de vida, intensifica-se entre a quarta e a sexta semana e lentamente alivia, "desaparecendo" até o terceiro ao quarto mês de vida.

Quais as principais causas das cólicas?
  • Imaturidade intestinal característica do bebé.
  • O acumular de tensões e estímulos ao longo do dia. Trata-se de um sistema nervoso imaturo que fica assoberbado.
  • Quantidade de ar que o bebé engole quer seja quando é alimentado ou pelo choro.
  • Diminuição da atenção ao bebé no final do dia, quase inconsciente, mas afinal coincide com o período de necessidade de descanso dos pais;
  • Reacção de intolerância à lactose;
  • O excesso de consumo de nicotina na gestação e durante a amamentação.
Como lidar com as cólicas?
  • Controlar a quantidade de ar ingerida durante a alimentação. No caso de amamentação garantir que está a ser realizada uma “boa pega”.  Na alimentação por biberão também se deve garantir que o posicionamento está correto não entrando ar em excesso.
  • Proporcionar o arrotar com as diversas técnicas existentes, permitindo que o bebé liberte o ar acumulado.
  • Realizar massagem ao bebé – especial protocolo para a cólica, durante duas semanas três vezes ao dia.
  • Manter o nariz do bebé o mais desobstruído possível (através da lavagem com soro fisiológico) irá contribuir para a diminuição de entrada de ar pela boca.
  • Proporcionar ao máximo o conforto e calma no bebé. Existem estratégias e técnicas para acalmar o recém-nascido. Vamos descobrir? 
  • Suplementação com probióticos e prebióticos com o devido aconselhamento do profissional de saúde que o segue e nunca sendo o único tratamento a realizar.
Não estão sozinhos, se necessitarem de apoio contem com ajuda personalizada.




Enfª Ângela Baptista – Especialista em Saúde Infantil e Pediátrica
b_a_badobebe@hotmail.com


Os 5 Anos do Tomás

7.8.19
Começo por agradecer todo o vosso carinho, todas as mensagens e por estarem sempre desse lado a acompanhar a nossa família.

Foi um dia muito simples mas muito feliz. Cada vez me convenço mais que é na simplicidade da vida que se atinge o expoente máximo da felicidade.

Embora a festa do T seja no fim de Agosto não quisemos deixar de celebrar um dos dias mais importantes da nossa vida.

Acordámos ao som do Parabéns e assim foi ao longo do dia. Perdemos as vezes que lhe cantámos os Parabéns!

Nunca vi criança que gostasse tanto dos Parabéns como ele. Não o ouvi falar dos presentes pois não era isso que o fazia feliz. O que ele queria mesmo era que lhe cantássemos os Parabéns e assim foi até adormecer.

Fomos só nós, a base dele que esteve reunida para o abraçar e viver este dia com ele, tal como há cinco anos.

Antes de virmos para o Algarve lembrei-me em encomendar um bolo mas depois tinha de ir buscar a kilometros de distância e optei por ser eu a fazer.

Nunca o tinha feito e este ano era motivo suficiente para ser eu a fazer. Afinal não existe bolo melhor do que aquele que leva como ingrediente especial: o Amor.

O bolo era simples,  feito por mim e decorado pela minha mãe, com a ajuda das peças decorativas da Party&Bite. Ficou muito bonito e o T adorou.




Para quem pediu deixo a receita para que o possam fazer :)

Ingredientes para o bolo
300g cenoura
4 ovos
110g óleo
250g açucar
220g farinha
1 c. sopa de fermento p/bolos

Pré-aqueça o bolo a 180º.
Rale a cenoura
Bata os ovos, o óleo, o açúcar com a cenoura previamente ralada até ficar um creme.
Acrescente ao creme a farinha e o fermento e envolva tudo.
Leve ao forno durante 40 minutos. Retire do forno e deixe arrefecer.

Ingredientes para a cobertura 
80g margarina
140g açúcar
80g chocolate em pó
80g leite

Coloque todos os ingredientes no tacho, mexa até ferver. Quando tiver a borbulhar está pronto e deite por cima do bolo.

Decore a gosto.