A festinha de anos

2.7.20
Longe do que alguma vez pensei para os seus anos mas convicta que só por motivos de força maior não ia celebrar o seu primeiro aniversário com a devida pompa e circunstância.

Não é uma questão de futilidade mas uma questão de celebrarmos a vida pois esta já se mostrou muito curta.

Não quero aproveitar a vida amanhã, mas sim hoje, pois o amanhã pode nunca chegar.

No início do ano estipulei (ainda sem saber do Covid) as datas das festinhas de anos dos meus filhos, sendo que a que me deixava mais ansiosa era a da MC por ser o seu primeiro ano.

Infelizmente a do FM foi feita em pleno confinamento apenas connosco mas isso não o impediu de ainda hoje falar da sua festa, que aos seus olhos foi muito bonita. 

A da MC já depois do confinamento mas com várias medidas para os aglomerados de pessoas. E foi esse o meu maior desafio, decidir quem convidar. Tantas pessoas ficaram no pensamento, tantas tiveram que ficar para uma outra oportunidade.

No meio do processo percebi que não tenho muito jeito para organizar festas para tão poucas pessoas. Senti-me várias vezes perdida e sem saber o que fazer. No total éramos quinze, os familiares diretos e só alguns amigos.

Uma vez mais pedi ajuda à querida Ana da Chans Event Planner, que me ajudou a desenvolver a ideia. Uma festa simples mas que primasse pelo estilo boho chic. Rapidamente passou as minhas ideias para um papel e fez-me uma maquete que me deixou com o coração a saltar de alegria. Era mesmo aquilo! Seguimos o conceito do babyshower e estendemo-lo ao seu primeiro aniversário. 




O Macramé da Maria Pitanga envolvido com os verdes fez a diferença na mesa e ficou maravilhoso pois transmitiu uma enorme tranquilidade.



As nossas férias no nosso Algarve

30.6.20
As nossas férias em família que já deixam saudades.

Dá ou ou não dá vontade de fazer as malas e ir novamente?


1 Ano

27.6.20
1 Ano!
1 Ano do mundo cor de rosa!
1 Ano maravilhoso!

Um ano que passou a correr e que já me deixa saudades. 

Com ela atingi uma tranquilidade e uma serenidade que nem sempre é fácil de alcançar. Vivi grudada a ela vinte e quatro horas por dia, as noites foram encaradas como passageiras e as dores de uma mastite fizeram-me vacilar na minha força.

A experiência deu-me certezas e os medos dissiparam-se. Como mãe vivi em pleno este grande AMOR! Da forma mais pura que há. Apenas desfrutando do momento.

Virou prioridade, deixando tanta coisa para trás, sem medos.

Vivi-a como se fosse a última, mesmo querendo ter mais um filho.

De sorriso fácil, uma despachada que nos faz esquecer que é a bebé da casa. Adora os irmãos e tem uma paixão louca por mim.

A privilegiada porque foi a que teve a sorte de ter a mãe mais tempo.

O meu sonho tornado realidade num pedaço de gente faz hoje um ano e eu não quero acreditar que tudo passou tão rápido.

Parabéns filha! Sê feliz! 

Ly


Centrimagem



Um sonho tornado realidade

26.6.20
Quase um ano deste meu grande AMOR!

Há um ano estava a caminhar na praia de mãos dadas com a minha mãe na esperança que ela desse sinais. A cesariana começava a ser o final mais certo.

Já tinha tido uma cesariana e como tal não podia induzir o parto por isso ou nascia de forma natural ou tinham-na de tirar e confesso que eu não queria voltar a ter uma cesariana.

O meu médico respeitou a minha decisão e aguentámos o máximo mas mais que 41 semanas era impensável.

Ainda sinto o cheiro da maresia e do anoitecer com as estrelas naquela praia que tantas recordações me deixa.

Acordei com contracções mas desvalorizei por completo, lembro-me de fazer a minha vida normal cheia de dores. Quando me lembro ainda me pergunto como é que eu não percebia que estava em trabalho de parto.

E nessa ordem de pensamento, desvalorizei e continuei. Na altura estava num processo de recrutamento para o Desenvolve-T e queria deixar tudo orientado até a MC nascer.  

Não tinha tempo para pensar em contracções, até que terminei a última entrevista da manhã, subo as escadas e em conversa com a terapeuta do T as águas rebentaram-me. 

Naquele momento percebi que estava a horas da minha vida mudar (uma vez mais) para sempre. Respirei fundo e embora seja uma pessoa optimista por natureza fui invadida pelo medo de não voltar a ver os meus filhos. Naquele momento só os queria comigo. O B veio buscar-me e fomos para casa acabar de fazer a mala. Lembro-me de aproveitar cada contracção, cada emoção vivida ao máximo com medo que fosse a última vez.

Um processo muito natural e tranquilo até que o CTG disparara e alerta que algo não estava bem. E sem me dizerem equacionou-se uma cesariana de urgência, até que de um momento para o outro 10 dedos. Vai para o bloco.
Como assim? A minha mãe acabou de sair... e isso não é possível. O meu marido estava a entrar no quarto quando lhe deram a notícia e não sei se foi por ter sido tão rápido, por ser menina, ou por já termos filhos, mas nunca o tinha visto tão nervoso.

Voltamos a dar as mãos com a certeza que tudo iria correr bem. 

Entrei naquele bloco de partos, que tantas recordações me deixa. Faça força! Força! Andreia puxe-a...

E foi só a melhor sensação do mundo, daquelas tão fortes que se apagam da mente mas que ficam no coração.

A minha filha, o meu sonho tornado realidade. 

Pompon


Dicas para descomplicar na hora de fazer malas

24.6.20
Fazer malas é sempre aquele "drama" de não saber o que levar. E à medida que a família vai aumentado vai complicando no entanto tornamo-nos muito mais práticas, levando apenas o essencial.

Embora este ano seja atípico para as férias partilho convosco uma lista para que possam usar na hora de fazerem as vossas malas.

Atenção que esta lista está pensada para as férias de Verão. Se sentirem que acrescentavam algo, comentem, porque o objetivo é partilhar ideias :)

  • Mudas de roupa de acordo com os dias que vão lá estar (isto se o objetivo for sair todos os dias, caso contrário os pijamas servem)
  • T-shirts para todos os dias mais três extra
  • 1 Camisola ou casaco para as noites frias
  • Cuecas de acordo com os dias
  • 2 pares de meias
  • Pijamas
  • Fatos de banho - Muitos! Levo sempre tudo o que tenho pois tenho por hábito sempre que se molham vestir uns secos.
  • Chapéus
  • Óculos de sol (se tiverem)
  • Chinelos de praia 
  • 1 par de ténis (que é o que usam na viagem)
  • Fraldas (se ainda usarem. Resulta fazerem a contagem do que costumam gastar e levar à medida, sendo que levo sempre uma a duas para o caso de surgir um percalço).
  • Brinquedos preferidos e dois livros. Levo apenas entre um a três porque verão é sinónimo de brincadeiras ao ar livre)
  • Mochila com brinquedos de praia para que sejam eles a levarem os seus brinquedos. É uma forma de lhes dar autonomia e de nós não parecermos "burros de carga")
  • Bóias
  • Toalhas de praia 
  • Chapéu de Sol
  • Cremes protetores 
  • Medicamentos (Tento levar sempre um pouco de tudo, incluído termómetro, pensos,betadine e fenistil).
  • Replente
  • Produtos de Higiene. Hoje em dia já existem vários produtos que dão para a família toda por isso. Tenho usado os da SVR. Para mim é a melhor opção pois evito levar tantos cremes). Para as crianças uso também muito o 2-1 da Mustela (gel de banho e shampoo)
  • Secador 
  • Chuchas (no caso de usarem)
  • Fraldas de pano. Resulta sempre para tapar e aconchegar nas sestas da praia.
  • Manta (para os bebés)
  • Babetes
  • Lancheira térmica - Placas de gelo
Espero que vos seja útil e que vos sirva como check list.

Contudo resumindo o que as crianças gostam mesmo no Verão é de andar assim, por isso para quê complicar?


Lupinha Store
Welove Âmbar








Saúde Mental

23.6.20
Muito se tem falado de saúde mental. 

Chegou a altura de perceber que a nossa mente é tão importante como o nosso coração. É um facto que cada vez mais se morre do coração mas também se morre cada vez mais da mente pois é ela que nos comanda.

Infelizmente foi um despertar triste mas que nos fez ver que o certo nem sempre é assim tão certo e que um sorriso tantas vezes esconde um estado de alma obscuro.

Aqui não existe os fracos ou os fortes! Forte é quem procura ajuda, corre atrás de um bem estar mental, mesmo que passe por "maluquinho" como ainda tantas pessoas possam julgar.

E não vale dizer "mas tem tudo para ser feliz"
Aos olhos de muitos acredito que sim, mas a nossa alma nem sempre precisa de dinheiro, de uma carreira profissional de topo e até de uma família de sonho.

Que todos este acontecimento trágico nos obrigue a meter a nossa vida em perspectiva, que nos dê força para procurar ajuda quando a melancolia nos invade.

Que busquemos sempre o equilíbrio e a felicidade na alma.

Que se perceba de uma vez por todas que todos têm os seu problemas, todos derramam lágrimas, todos escondem mágoas em sorrisos e que a perfeição que tantas vezes se exige nas redes sociais não existe.

Afinal o que uma fotografia capta é uma fracção de segundos de um momento. Não se iludam, nunca ponham em causa o vosso bem estar por sorrisos alheios.

São vidas! Somos todos humanos!

Não conhecia o Pedro Lima, simpatizava com ele, e em momento algum pensei que isto pudesse acontecer a um homem que aparentava ser tão feliz e respirava saúde. Um homem de família, que deixou cinco filhos e uma mulher que dizia ser tudo para ele.
Há coisas que não se explicam, que não se entendem. Acredito que naquela madrugada a sua mente ganhou sobre tudo o resto e levou-o a meter fim à sua vida.

Que estejamos mais atentos, que tentemos perceber que os sorrisos escondem também trevas. Que lutemos sempre pelo equilíbrio, que nos ajudemos todos e que nunca mas nunca tenhamos medo ou vergonha de pedir ajuda!

E por favor, respeitem aquela família. Fiquei chocada quando soube que "crianças" enviavam mensagens a dizer "bem feita" àquelas crianças que acabaram de perder o seu mundo. 

Cabe a nós pais estarmos atentos e proibir crianças a terem estes comportamentos deploráveis, porque isto para mim não é ser criança mas sim ser cruel.







Comporta

22.6.20


Baby by Pikis

No meio de um mundo ao contrário, temos encontrado o nosso equilíbrio. A nossa casa continua a ser o local onde passamos mais tempo mas tentamos ao máximo tornar esta fase o mais "normal" possível
E se antes já dávamos valor ao ar puro, agora ainda damos mais. Tanto que gostávamos de abandonar a cidade, sendo que não está nos nossos planos a curto prazo, porque isso implicava mudar uma vida inteira.

Aos poucos vamos estando com alguns amigos mas fora de confusões, dentro das "nossas" casas.

Com o bom tempo começa a apetecer cada vez mais boas conversas até ao anoitecer, mergulhos e brindes de amizade.

E foi com essa base que decidimos ir passar um fim-de-semana à Comporta com amigos. Ao todo éramos seis adultos, seis crianças e um bebé.

Vivemos dois dias livres, onde partilhámos as angústias vividas durante a quarentena, onde vivemos sem horas e onde os nossos filhos brincaram até caírem para o o lado de tão cansados que estavam.

Uma casa cheia de luz, com um pé alto que se confunde com o céu. de boa comida e gelados que nos fazem esquecer por momentos a dieta. Foi assim o nosso fim-de-semana.



A Constança adorou ter ganho umas irmãs mais velhas e eu adorei ter ganho um pouco mais de independência. Incrível ver o instinto maternal que as meninas já têm.




O T e o FM estavam radiantes e como rapazes que são puxaram por elas até elas já não os aguentarem.

Calções de banho | Baby by Pikis




No final do dia acabavam todos na banheira a fazer bolos e onde não havia o "menino" e a " menina" mas sim crianças. Todos iguais mas todos diferentes.