O nosso Postal de Natal

29.11.22

Todos os anos a mesma tradição.

O mesmo estúdio, roupas pomposas e uma magia inata nos olhos dos meus filhos.

Já fizemos a nossa sessão de Natal, desta vez mais rica pois passámos a seis. E que sorte a nossa de termos neste Natal um bebé para animar a noite mais bonita do ano.

Como sempre escolhemos a Centrimagem para a nossa sessão. Todos os anos conseguem surpreender com um cenário mágico.

O difícil foi mesmo escolher as preferidas, porque são todas!! Mas no meio de tantas já escolhemos o nosso Postal de Natal.

O look é de uma marca que gostamos muito, a Be Chic. Uma marca 100% Portuguesa, com roupa cheia de "pompa e circunstância".

As carneiras e as meias são da Pés de Cereja.















O Tomás mudou de escola

29.9.22

O Tomás mudou de escola, e foi talvez das decisões mais difíceis que tive de tomar.

E sim... dei-me por vencida!

Ao longo do último ano fui-me apercebendo que isto não é uma luta só minha, mas de tantas famílias. Percebi também, que antes de mim, já houve quem tivesse lutado. E que isto não é uma luta "contra" uma pessoa mas sim contra um sistema inteiro.

E foi no dia em que fui à DGEstE, com a esperança, que alguém me ajudasse, ouvi o que jamais pensaria ouvir.

"Mude de escola"

Mas como assim?!?

E naquele dia, baixei os braços, fechei a porta! Percebi que não havia nenhuma identidade que defendesse os interesses do meu filho e nem tão pouco queriam saber.

Há lutas que não merecem a pena e esta é uma delas, porque desgasta e leva-nos ao limite e sem resultados favoráveis. E se há coisa que a vida me ensinou, é que devemos gastar a nossa energia em coisas que valham a pena.

Talvez um dia, exista um pai ou mãe com um filho com necessidades especiais no ministério, que nos entenda e nos ouça, até lá a palavra inclusão será usada de forma leviana na educação deste país.

E agora pergunto,

Onde é que está a inclusão apregoada pelo o ministério da Educação?

Onde está o decreto de lei que deixa de aconselhar e passa a obrigar?

Onde estão os direitos das criança?

Onde está a equipa multidisciplinar que tanto dizem que é fundamental nas crianças com Necessidades especiais?

Onde está? Não está!

Passatempo Zippy Vs Disney

4.8.22



Está a decorrer um Passatempo no Facebook. Vão lá espreitar e tentem a vossa sorte!

Três Prémios:

Voucher 100€ válidos na Zippy Online em produtos Disney:
  • Uma trotinete do Mickey ou da Minnie
  • Um livro com figuras e atividades da Disney
  • Um peluche do Mickey.

Condições de Participação:
  • Seguir a Zippy e a Disney no Facebook
  • Identificar 3 amigos no Post do Facebbok.

O Giveaway termina a 7 de Agosto, às 23.59h.
Os vencedores serão sorteados e anunciados no dia 11 de Agosto.


Parceiros
Simba Toys Spain
Leya
SAICA


 

Maria Teresa

6.7.22

A experiência dá-nos maturidade, faz-nos simplificar e só por isso prepara-nos da forma mais natural que existe.

Ao todo são cinco gravidezes, cinco partos,  e apesar de uma não ter corrido como desejado, foi uma gravidez de curta mas bonita.

Mas esta foi a gravidez mais desafiante de todas, por isso mesmo, porque já contava com quatro gravidezes, porque a idade também já não é a mesma e porque tinha mais filhos para cuidar.

No entanto apesar de muito cansativa, foi vivida da melhor forma possível, sem medos ou sustos. 

Tudo se preparou sem tempo, é essa a principal desvantagem de termos já experiência, saber que apesar de não termos nada, temos tudo. Não complicamos porque sabemos que o bebé não precisa de mil body's, botinhas e golas, nem tão pouco precisa de um berço pronto. O que precisa é de uma mãe e de uma família de braços abertos para o receber.

E a prova disso foi só ter feito a mala da maternidade, no dia que completei as 38 semanas. Mas aqui não sigam o meu exemplo, é uma ansiedade enorme, todos os dias sentia que as águas me rebentavam e até acho que cheguei a sonhar com contrações, tal era o meu medo de não ter tudo pronto no dia.

E se há coisa que a experiência nos dá é tranquilidade e sensatez. E o parto é daquelas coisas que não devemos criar grandes expectativas, é tudo muito incerto. É importante estarmos informadas do que queremos e não queremos, mas de pouco adianta fazermos planos e mais planos porque a probabilidade de nada acontecer como previsto é muito elevada e pode gerar frustrações.

É importante acima de tudo escolhermos um médico que nos respeite, que vá de encontro às nossas vontades e que nos transmita a calma necessária para o grande dia. E confiar!

E assim foi, nos meus partos, todos!

Já numa fase avançada, em que todos os dias é um respirar fundo, para o que ai vem, todos aqueles sinais anteriores dissiparam-se. Nas consultas de rotina, o meu médico dizia-me de uma forma segura "A Andreia vai passar as 40 semanas" e não se enganou.

Entrei nas 40 semanas sem sinais de alarme, passou-se um, dois, e ao terceiro dia, ao anoitecer as contrações chegaram com toda a força. No início não liguei porque podia ser apenas um sinal de alarme, mas cada hora que passava estavam mais regulares e fortes. Pouco ou nada dormi e assim que amanheceu mandei mensagem ao meu médico, ao que me disse para estar tranquila, que não era sinal de alarme, e que se fosse para o hospital ficaria ali horas.

Segui o seu conselho, tomei banho e fiz a minha vida normal, embora já com algumas limitações, avisei os meus filhos que a mãe ia ter o bebé, mas ao longo do dia as contrações diminuíram e quando os fui buscar, nem queriam acreditar que a mãe ainda ali estava e sem o bebé.

A minha (última) gravidez

9.6.22

Sempre gostei de estar grávida, e desta vez não foi excepção.

Para mim é das fases mais bonitas de uma mulher. 

Esta está a ser vivida de forma diferente, com mais maturidade e com alguma nostalgia porque, se das outras vezes sempre soube que iria existir outra oportunidade, nesta sei que é a última.

É certo que nunca devemos dizer nunca, mas no nosso caso, atrevo-me a dizer que será mesmo a última. Quatro já é um bom número!

Fechamos este mês um ciclo e que bom foi viver estes oito anos grávida. Tenho noção que foram oito anos incríveis, de entrega e de uma adaptação constante ás variadas logísticas familiares mas depois deste bebé, é tempo de estabilizar.

Esta foi sem dúvida uma gravidez vivida em família e muito desejada por todos. 

Hoje partilho convosco a minha sessão de grávida, pela lente da Centrimagem. São muitas fotografias, eu sei, mas foi difícil de escolher. Alguma coisa culpem a Centrimagem ;)

O meu vestido não é de grávida mas funcionou super bem, é da Mary Tale. O look deles é da Maria Chicória. Uma marca portuguesa que faz match's super giros.







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6 Anos do Francisquinho

18.5.22

Começo por vos pedir desculpa porque não tenho escrito muito no Blog, no entanto este continua a existir, e será sempre o local onde partilharei os acontecimentos mais importantes da nossa família.

Mas a falta de tempo não me tem permitindo escrever tanto, mas encontram-nos diariamente pelo Instagram.

Mas vamos ao que interessa...

O Francisquinho, o meu segundo filho, fez seis anos, e eu ainda estou a digerir a ideia, que já não é mais um bebé, e que para o ano já ingressa na escola dos crescidos, como diz.

Embora com uma barriga enorme e com um cansaço avassalador, não fui capaz de lhe dizer que "não" à sua festa de Anos. Logo a ele, que adora festas!!

Um tema que inicialmente seria da Ovelha Choné (não me perguntem o porquê mas era o que ele queria, mesmo sem nunca ter visto este desenho animado) rapidamente passou para o Sonic.

Nestas idades começam os temas cheios de cor. E eu que adoro cores mais suaves fico sempre na dúvida de como abordar este tipo de temas.

Pensei, pensei, e zero ideias, até que pedi ajuda a quem sabe. A minha falta de tempo também não me permitia grandes buscas de inspiração.

Falei com a Luísa e a Débora da Little Wings e "entreguei-lhes" a festa dos seis anos do meu filho. Disse-lhes o tema e expliquei-lhes que não sou muito de cores fortes, pedi para que transformassem a festa do Sonic, numa festa bonita e elegante e com cores ligeiramente mais suaves.

Aceitaram de imediato este meu desafio e fizeram magia!!

Foi a primeira vez que tinha trabalhado com a Litte Wings e fiquei seguramente impressionada com o seu bom gosto e prontidão em me ajudar em cada "ai" que dava.





Confiei no seu trabalho!! E quando vi não queria acreditar pois superou largamente as minhas expectativas.

A notícia

22.2.22

Depois das expectativas geradas na última gravidez, tentei resguardar-me mais.

Não queria em momento algum passar por tudo publicamente, embora vocês tenham sido incansáveis.

E os meus filhos foram os primeiros a quem procurei resguardar. Sei o quanto é duro defraudar expectativas e derrubar sonhos por isso eu e o meu marido tomámos a decisão de só lhes dizer quando o sonho se pudesse tornar real.

Não foi fácil escondermos até porque o Francisquinho, logo no início, no elevador, virou-se para mim e disse-me "A mãe tem um bebé na barriga". Eu não queria acreditar no que tinha acabado de ouvir mas a verdade é que ele descobriu pela sua intuição.

Desde esse dia que me falava constantemente do assunto, nunca lhe neguei, mas também nunca  confirmei, sorria para ele e perguntava-lhe se ele gostava de ter mais um irmão.

Houve dias em que gritou bem alto "A mãe tem um bebé na barriga" que me congelava na hora.

O que é certo é que eu e o meu marido nunca falamos sobre este assunto em casa, e ler sei que os meus filhos ainda não sabiam, por isso era mesmo pura intuição.

Mais tarde o Tomás começou também a perguntar... E a Constança a dizer que a mãe tinha um bebé na barriga.

Aos poucos a barriga foi aparecendo, e a pressão para lhe confirmar aumentava. Mas aguentei, não queria, em momento algum, faze-los sofrer.

Entretanto fiz a amniocentese, e o repouso foi feito com eles em casa. Naquele dia souberam que eu tinha ido ao médico ver a barriga e a excitação aumentou.

Saí de casa a tremer porque sabia o quanto este exame definiria o nosso futuro. E por mais positiva que fosse, tive muito medo.

E ainda abalada por tudo que o que estava a passar, com um passado ainda a ecoar na minha cabeça, voltei para casa e quando chego, já no quarto, o Francisquinho perguntou-me "como correu? E se eu ia ter um bebé. Sorri-lhe e disse-lhe olhos nos olhos, "a mãe não sabe". Abraçou-me e ali ficamos alguns minutos. 

Eles estavam felizes, maquilharam-me para ficar bonita e passaram horas de volta de mim e a dar beijinhos na barriga.

E embora me sentisse feliz, tinha muito medo por eles.

Passaram-se quinze dias e o telefone tocou com a melhor noticia "está tudo bem com o bebé".

E nesse dia, sem nada planeado chamei-os e disse-lhes que a mãe tinha um bebé na barriga!! O Frnacisquinho disse de imediato que já sabia e todos festejamos!!

Eles estavam felizes!! E eu tive a certeza que lhes tinha dado uma vez mais o melhor presente.