Os meus filhos acreditam no Pai Natal e ainda bem. Espero que esta magia se mantenha assim por muitos anos.
Faz parte de ser criança viver no imaginário, numa descoberta constante.
O Pai Natal de nossa casa é o meu pai e por norma é sempre descoberto, é talvez dos momentos mais aguardados da noite. É sempre uma excitação, nós mais que eles, preparamos o Pai Natal e ele entra por nossa casa com o célebre Ho!Ho!Ho!.
No meio de todo um teatro, existem risos que não se conseguem controlar, desvendando sempre a personagem... Eles ficam radiantes com o Pai Natal seja ele o avô ou o "verdadeiro". A magia do Natal é essa mesma, é rir até caírem as lágrimas e ver as crianças felizes.
E embora o nosso Pai Natal ainda esteja a trabalhar nas cartas deles, ontem tive a oportunidade de lhes proporcionar um dos momentos mais felizes, o Pai Natal, veio a nossa casa e superou todas as nossas expetativas.
Assim que o T o viu, perguntou da forma mais ingénua "As minhas prendas", levou-o até à sala e não o largou mais, disse o que pediu e até que se tinha portado bem.
O FM como estava doente, ficou mais envergonhado e não me largou, mas para o fim já só queria o Pai Natal e a MC não tirou os olhos das barbas brancas.
Foram trinta minutos mágicos que os fizeram sonhar. Não se calaram mais com o Pai Natal e ficou a promessa que voltaria na noite mais aguardada de sempre.
Foi uma noite mágica e com toda intensidade típica que esta quadra pede.
Não houve nada melhor que terem tido o Pai Natal só para eles, na sua casa.
Sou de experiências e é nisto que invisto. Os brinquedos esses estão todos a ganhar pó num quarto de brincar.
Para quem não conhecia esta experiência deixo aqui o nome: Um dia de Magia.
A mãe (im)perfeita
4.12.19
Corajosos para uns loucos para outros. Mas na realidade como é ter três filhos?
É absolutamente fantástico mas de uma exaustão que nos deixa vacilar vezes sem conta.
Todos os dias digo para mim própria que o meu dia vai ser mais rentável, que vou conseguir fazer tudo a que me proponho em horas úteis e todos os dias falho redondamente comigo própria. É difícil gerir falhas, frustrações. É como se fosse uma corrida contra o tempo, contra nós, contra tudo.
A semana começa e quando olho para a agenda estou numa sexta-feira e com tanta coisa por fazer. É como se fosse um ciclo vicioso, que nos atormenta a alma.
Depois caímos numa escuridão que eleva o nosso "eu" e nos faz duvidar das nossas capacidades e é no silêncio da noite, quando percorro cada quarto que os vejo ali a dormir, que me faz avançar e ter a certeza que embora cansativa esta é a fase da minha vida em que me sinto mais estupidamente grata.
Os caminhos fazem-se caminhado, e não basta só ambicionar uma família perfeita, é preciso ter espirito de sacrifício, de nos anularmos vezes sem conta (mesmo que a sociedade "moderna" diga o contrário).
É preciso ter consciência que os filhos não se criam sozinhos, que é a mãe que eles querem ver nas suas vitórias e nas suas quedas e não "empregadas".
E contra isso não existem argumentos possíveis!
A sociedade moderna é exigente e chega a ser cruel porque uma mãe tem que ser super! Super mãe, Super mulher, Super profissional, Super amante, Super dona de casa, Super...Super! Mas lamento informar somos apenas humanas, falhamos redondamente ao longo do dia em busca de uma perfeição que não existe.
A nossa cabeça está a funcionar vinte e quatro horas por dia e somos nós que comandamos uma família inteira com tudo o que isso implica.
Sim, anulei-me, ando a favor do vento deles, da minha família com tudo o que isso tem de bom e de mau.
E sim sinto-me exausta, numa corrida em busca de uma perfeição que não existe mas que a sociedade mostra que sim.
Hoje sou uma mãe completamente perdida numa felicidade imensa. E se este é o preço a pagar por uma família numerosa. Vamos de pés juntos!
É absolutamente fantástico mas de uma exaustão que nos deixa vacilar vezes sem conta.
Todos os dias digo para mim própria que o meu dia vai ser mais rentável, que vou conseguir fazer tudo a que me proponho em horas úteis e todos os dias falho redondamente comigo própria. É difícil gerir falhas, frustrações. É como se fosse uma corrida contra o tempo, contra nós, contra tudo.
A semana começa e quando olho para a agenda estou numa sexta-feira e com tanta coisa por fazer. É como se fosse um ciclo vicioso, que nos atormenta a alma.
Depois caímos numa escuridão que eleva o nosso "eu" e nos faz duvidar das nossas capacidades e é no silêncio da noite, quando percorro cada quarto que os vejo ali a dormir, que me faz avançar e ter a certeza que embora cansativa esta é a fase da minha vida em que me sinto mais estupidamente grata.
Os caminhos fazem-se caminhado, e não basta só ambicionar uma família perfeita, é preciso ter espirito de sacrifício, de nos anularmos vezes sem conta (mesmo que a sociedade "moderna" diga o contrário).
É preciso ter consciência que os filhos não se criam sozinhos, que é a mãe que eles querem ver nas suas vitórias e nas suas quedas e não "empregadas".
E contra isso não existem argumentos possíveis!
A sociedade moderna é exigente e chega a ser cruel porque uma mãe tem que ser super! Super mãe, Super mulher, Super profissional, Super amante, Super dona de casa, Super...Super! Mas lamento informar somos apenas humanas, falhamos redondamente ao longo do dia em busca de uma perfeição que não existe.
A nossa cabeça está a funcionar vinte e quatro horas por dia e somos nós que comandamos uma família inteira com tudo o que isso implica.
Sim, anulei-me, ando a favor do vento deles, da minha família com tudo o que isso tem de bom e de mau.
E sim sinto-me exausta, numa corrida em busca de uma perfeição que não existe mas que a sociedade mostra que sim.
Hoje sou uma mãe completamente perdida numa felicidade imensa. E se este é o preço a pagar por uma família numerosa. Vamos de pés juntos!
Fotografia | Mu
Baby Look | Maria Minorca
Uma coleção Cápsula
3.12.19
A Maria Minorca desafiou-me a criar uma combinação de um look para esta nova estação e como não sou mulher de dizer que não aceitei de imediato, mesmo sem perceber nada de design, tecidos e afins.
Aceitei a medo, confesso!
Não é fácil combinar rapaz e rapariga num só look. Queria uma combinação que fosse transversal aos dois, sem que perdesse o lado romântico para as meninas e o lado mais prático para os rapazes.
Um fofo sem uma gola cheia de folho não é fofo. E rapazes sem capuz, cotovelos e bolsos também não.
Depois da ideia era só meter em prática.
Cores: Cinza e Rosa, uma combinação perfeita. E foi assim que tudo começou...com rabiscos, esboços e tecidos.
Assim que vieram os protótipos não podia ter ficado mais deliciada com esta combinação perfeita! Foi tal e qual o que idealizei e eu não podia estar mais orgulhosa desta oportunidade que a Maria Minorca me deu..
Guardei segredo, até poder partilhar esta coleção exclusiva para vocês, com a nossa assinatura.
A sessão fotográfica foi feita em casa pela lente da querida Mu que captou toda a essência e que tornou esta coleção ainda mais bonita e "apetitosa".
É uma coleção cápsula!! Espero que gostem tanto como nós :)
Aceitei a medo, confesso!
Não é fácil combinar rapaz e rapariga num só look. Queria uma combinação que fosse transversal aos dois, sem que perdesse o lado romântico para as meninas e o lado mais prático para os rapazes.
Um fofo sem uma gola cheia de folho não é fofo. E rapazes sem capuz, cotovelos e bolsos também não.
Depois da ideia era só meter em prática.
Cores: Cinza e Rosa, uma combinação perfeita. E foi assim que tudo começou...com rabiscos, esboços e tecidos.
Assim que vieram os protótipos não podia ter ficado mais deliciada com esta combinação perfeita! Foi tal e qual o que idealizei e eu não podia estar mais orgulhosa desta oportunidade que a Maria Minorca me deu..
Guardei segredo, até poder partilhar esta coleção exclusiva para vocês, com a nossa assinatura.
A sessão fotográfica foi feita em casa pela lente da querida Mu que captou toda a essência e que tornou esta coleção ainda mais bonita e "apetitosa".
É uma coleção cápsula!! Espero que gostem tanto como nós :)
O nosso postal de Natal
28.11.19
A sessão de Natal já começa a ser tradição na nossa família, é giro ver todos os anos o quanto a nossa família aumenta.
Entregamo-nos à lente da Centrimagem para que esta capte a nossa verdadeira essência e que mais tarde cada fotografia conte um pouco de nós.
Uma sessão programada, em que escolho com rigor o look que mais tarde será vestido, na noite mais mágica do ano.
Este ano não resisti à coleção de Natal da Puro Mimo. Foi amor à primeira vista, adorei o cinza misturado com o bordeaux e o laço do fofo da MC dava-lhe um toque de elegância que esta quadra tanto pede.
As carneiras começam também a ser um clássico nos nossos look's de Natal e para a MC optei por um sapato clássico que durou cinco minutos nos pés.
Tudo Pés de Cereja.
Confesso que foi difícil escolher as melhores fotografias, a Centrimagem por norma gosta de me dar este "trabalho" mas na realidade estão todas giras o que se torna difícil escolher qual a melhor.
5 Meses nossos que começam a chegar ao fim
27.11.19
Cinco meses e eu ainda não tomei consciência do quanto já cresceu. Embora seja uma bebé já não a sinto como "só" minha, aos poucos começa a ser de todos nós.
As gargalhas chegaram, a atenção ao mundo também e embora ainda dependa de mim a 100%, já estamos em contagem decrescente para as sopas e papas.
Sento-me no chão, olho para ela, e pergunto como é que tudo passou tão rápido sem eu ter dado por isso?
Com consciência que este primeiro ano é efémero mas ainda sem acreditar como o tempo me está a fugir dos dedos.
Saudades de a ter só para mim e das nossas manhãs até nos cansarmos de estarmos grudadas uma na outra. Que bom que foi tê-la só para mim!
Hoje deixo oficialmente a minha licença de maternidade e embora não tenha já a coragem de a deixar, começo a mentalizar-me para isso.
É aqui que as teorias deixam de ter qualquer fundamento e a prática assume o comando. Não é fácil deixa-los, eles não estão preparados e nós muito menos.
Ainda vivemos uns nos outros e somos obrigados a larga-los porque o nosso país assim o exige. Eles deixam de ter a nossa referência como exclusiva deles e nós ficamos "pobres" quando deixamos para trás alguém que se tornou desde então a nossa vida.
Custa, custa e custa muito! Não são caprichos de não querer trabalhar ou de não querer fazer nada é um amor a elevar-se.
Emocionalmente é bom para nós estar com eles no primeiro ano mas é ainda melhor para eles.
Triste e revoltante é sentir que não há apoios ou um estado preocupado com o bem estar dos nossos filhos. Existem países que a licença é de dois anos e no nosso é de quatro meses para se ganhar a 100%. É aqui que as coisas tem de se reformular, não se pode só pedir que se aumente a natalidade quando nãs existem condições para isso.
Não é uma questão de gostar ou não, devia ser um direito humano e da sociedade! Se hoje existem crianças mais problemáticas a precisar de apoio psicológico, muito se deve à forma como agimos com os nossos filhos desde os primeiros meses.
"Obrigamos" os nossos bebés a crescerem sozinhos e a passarem grande parte do dia sem a sua maior identidade.
A vida é veloz e o lado profissional não perdoa.
É preciso voltar ao activo para que consigamos sustentar uma casa que nos tempos de hoje é duro e que nos faz abdicar dos maiores valores em prol de comida na mesa.
São cinco meses agri-doces, em que ao pouco deixamos de ser uma só para que cada uma assuma o seu papel nesta nossa família.
Mas apesar de tudo e por ter alguma flexibilidade irei voltar ao activo assim que ela completar os seis meses e aí sim vai custar até lá vou ganhando coragem.
As gargalhas chegaram, a atenção ao mundo também e embora ainda dependa de mim a 100%, já estamos em contagem decrescente para as sopas e papas.
Sento-me no chão, olho para ela, e pergunto como é que tudo passou tão rápido sem eu ter dado por isso?
Com consciência que este primeiro ano é efémero mas ainda sem acreditar como o tempo me está a fugir dos dedos.
Saudades de a ter só para mim e das nossas manhãs até nos cansarmos de estarmos grudadas uma na outra. Que bom que foi tê-la só para mim!
Hoje deixo oficialmente a minha licença de maternidade e embora não tenha já a coragem de a deixar, começo a mentalizar-me para isso.
É aqui que as teorias deixam de ter qualquer fundamento e a prática assume o comando. Não é fácil deixa-los, eles não estão preparados e nós muito menos.
Ainda vivemos uns nos outros e somos obrigados a larga-los porque o nosso país assim o exige. Eles deixam de ter a nossa referência como exclusiva deles e nós ficamos "pobres" quando deixamos para trás alguém que se tornou desde então a nossa vida.
Custa, custa e custa muito! Não são caprichos de não querer trabalhar ou de não querer fazer nada é um amor a elevar-se.
Emocionalmente é bom para nós estar com eles no primeiro ano mas é ainda melhor para eles.
Triste e revoltante é sentir que não há apoios ou um estado preocupado com o bem estar dos nossos filhos. Existem países que a licença é de dois anos e no nosso é de quatro meses para se ganhar a 100%. É aqui que as coisas tem de se reformular, não se pode só pedir que se aumente a natalidade quando nãs existem condições para isso.
Não é uma questão de gostar ou não, devia ser um direito humano e da sociedade! Se hoje existem crianças mais problemáticas a precisar de apoio psicológico, muito se deve à forma como agimos com os nossos filhos desde os primeiros meses.
"Obrigamos" os nossos bebés a crescerem sozinhos e a passarem grande parte do dia sem a sua maior identidade.
A vida é veloz e o lado profissional não perdoa.
É preciso voltar ao activo para que consigamos sustentar uma casa que nos tempos de hoje é duro e que nos faz abdicar dos maiores valores em prol de comida na mesa.
São cinco meses agri-doces, em que ao pouco deixamos de ser uma só para que cada uma assuma o seu papel nesta nossa família.
Mas apesar de tudo e por ter alguma flexibilidade irei voltar ao activo assim que ela completar os seis meses e aí sim vai custar até lá vou ganhando coragem.
Look | Me and Piki
Placa | Caturra
Carta ao Pai Natal
26.11.19
Confesso que não me lembrei ou então foi o meu subconsciente a achar que eles ainda são bebés e que ainda não chegou a altura de "escrever" a carta ao Pai Natal.
Ontem foram dormir à minha mãe e chegaram a casa com a carta ao Pai Natal. Fiquei perplexa e tomei consciência que deixaram de ser bebés. Passaram a ter vontade própria e a perceber toda a magia que envolve esta quadra.
E se o Natal é um atentado para a carteira com eles percebi que somos nós que complicamos, afinal o que pediram foi:
Ontem foram dormir à minha mãe e chegaram a casa com a carta ao Pai Natal. Fiquei perplexa e tomei consciência que deixaram de ser bebés. Passaram a ter vontade própria e a perceber toda a magia que envolve esta quadra.
E se o Natal é um atentado para a carteira com eles percebi que somos nós que complicamos, afinal o que pediram foi:
- Gomas
- Chupas
- Chapéu de chuva
- Carrinhos
- Desenhos
- Dança
Uma lista generosa para a carteira, simples de concretizar e com o que lhe faz verdadeiramente felizes. Na realidade penso que somos nós que complicamos.
Porque o Natal é isto e as crianças têm os ingredientes necessários para um Natal Feliz.
Ando eu "louca" atrás dos brinquedos de madeira do Lidl e eles preocupados em dançar, gomas e chupas.
Look | 1001 Toalhitas
A quadra mais bonita do ano chegou
25.11.19
Se eu adorava o Natal, com eles ainda vibro mais com esta quadra que enche o mundo de luzes.
Todas as casas, ruas e lojas se transformam. O Natal obriga-nos a repensar nas prioridades, no que queremos e no que ficou para trás das costas.
Vivemos uma paz maior connosco e com os outros. E mesmo com o "frenesim" que se começa a sentir nas lojas estamos mais tranquilos e felizes.
É este o verdadeiro espírito do Natal.
E se a tradição é montar a árvore no dia 1 de Dezembro, já vai tarde porque este Sábado já a montámos e prevejo que para o ano ainda será mais cedo tal é o excitamento deles.
Confesso que já não aguentava ouvir todos os dias o mesmo "a nossa árvore?"
Deitámo-los na sexta com a promessa que no dia seguinte a faríamos. Assim que acordaram foi a primeira coisa que nos perguntaram, dissemos-lhes para correrem até à sala porque já lá estava.
(A estrutura já estava) só faltava decorar! Não perderam tempo para começarem a meter as primeiras bolas, pelo meio partiram umas quantas mas estavam verdadeiramente felizes!!
No entretanto saímos para ir fazer a nossa sessão de Natal, vou tentar mostrar-vos amanhã ;) E quando voltámos corremos para a árvore e ali passamos a tarde toda entre saltos, brincadeiras, bolas partidas, gargalhadas.
A nossa árvore não é aquela sofisticada que se vê nas casas de revistas. É uma árvore que demorou dois anos a completar, e que ao longo dos anos temos construído uma história nos seus ramos.
Todas as casas, ruas e lojas se transformam. O Natal obriga-nos a repensar nas prioridades, no que queremos e no que ficou para trás das costas.
Vivemos uma paz maior connosco e com os outros. E mesmo com o "frenesim" que se começa a sentir nas lojas estamos mais tranquilos e felizes.
É este o verdadeiro espírito do Natal.
E se a tradição é montar a árvore no dia 1 de Dezembro, já vai tarde porque este Sábado já a montámos e prevejo que para o ano ainda será mais cedo tal é o excitamento deles.
Confesso que já não aguentava ouvir todos os dias o mesmo "a nossa árvore?"
Deitámo-los na sexta com a promessa que no dia seguinte a faríamos. Assim que acordaram foi a primeira coisa que nos perguntaram, dissemos-lhes para correrem até à sala porque já lá estava.
(A estrutura já estava) só faltava decorar! Não perderam tempo para começarem a meter as primeiras bolas, pelo meio partiram umas quantas mas estavam verdadeiramente felizes!!
No entretanto saímos para ir fazer a nossa sessão de Natal, vou tentar mostrar-vos amanhã ;) E quando voltámos corremos para a árvore e ali passamos a tarde toda entre saltos, brincadeiras, bolas partidas, gargalhadas.
A nossa árvore não é aquela sofisticada que se vê nas casas de revistas. É uma árvore que demorou dois anos a completar, e que ao longo dos anos temos construído uma história nos seus ramos.
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