8 Anos de um grande e verdadeiro Amor!
Foi há oito anos que percorri o altar para dizer "sim, para sempre" ao meu marido.
Foi e será sempre um dia sentido com palpitações no coração, foi especial e feito à nossa medida.
Éramos uns "miúdos", pouco ou nada sabíamos da vida, ainda com poucas responsabilidades mas com a maior certeza de todas: que seria para sempre!
Vivemos a dois, aproveitámos ao máximo o casamento, namorámos muito, viajámos e juntos construímos a nossa casa.
Pelo meio tivemos dúvidas, fizemos decisões e aí vivemos os primeiros medos a dois.
Aos poucos e poucos fomos construindo uma relação sólida, com respeito, compreensão e com uma cumplicidade única.
Vivemos algumas discussões e "crises" como todos os casais, já demos murros na mesa e viramos costas, mas o amor prevaleceu sempre, não somos diferentes, somos reais.
Talvez a diferença, é que no meio de tantos pontos de vista diferentes, compreendemos e aceitamos o outro.
A vida é mesmo isto!
Oito anos depois olho para trás e sinto que construí o maior império, o meu, o nosso!
Sair sem planos
30.9.19
Mesmo sem grandes planos o importante é ir porque ficar com duas crianças que por sinal são imparáveis em casa é sempre sinal de um desgaste mental muito grande.
E isto é válido para nós e para eles. Pelo menos na nossa família.
Os fins-de-semana são passados ao ar livre, com pouca ou nenhuma tecnologia, com natureza e muita roupa suja.
Sinto que em casa ficamos psicologicamente cansados, saturados se sem paciência. Por isso a palavra de ordem é sair, mesmo que isso implique não ter planos.
Estão numa fase muito gira, mas muito difícil.
E por aí como fazem?
E isto é válido para nós e para eles. Pelo menos na nossa família.
Os fins-de-semana são passados ao ar livre, com pouca ou nenhuma tecnologia, com natureza e muita roupa suja.
Sinto que em casa ficamos psicologicamente cansados, saturados se sem paciência. Por isso a palavra de ordem é sair, mesmo que isso implique não ter planos.
Estão numa fase muito gira, mas muito difícil.
E por aí como fazem?
3 Meses
27.9.19
Parece que foi ontem que andava pela praia e que subia escadas vezes sem conta só para que nascesse.
Hoje já faz 3 meses.
Quando se fala de maternidade o tempo é veloz e chega a cortar a respiração.
Ao terceiro tudo é mais rápido, nascem a saber viver, ou somos nós que vivemos de outra forma, não sei.
Só sei que faz três meses e parece que tem seis. Segue-me com os seus olhos expressivos para todo o lado e ouve como ninguém, já faz gracinhas e adora que fale para ela e lhe conto os meus maiores segredos.
Sinto-a calma, no meio de toda esta agitação familiar, o que me tranquiliza como mãe.
Consegue ser o melhor de mim e estes três meses têm sido especiais. Sem grandes aventuras e olheiras mas com aquele cansaço bom.
Hoje já faz 3 meses.
Quando se fala de maternidade o tempo é veloz e chega a cortar a respiração.
Ao terceiro tudo é mais rápido, nascem a saber viver, ou somos nós que vivemos de outra forma, não sei.
Só sei que faz três meses e parece que tem seis. Segue-me com os seus olhos expressivos para todo o lado e ouve como ninguém, já faz gracinhas e adora que fale para ela e lhe conto os meus maiores segredos.
Sinto-a calma, no meio de toda esta agitação familiar, o que me tranquiliza como mãe.
Consegue ser o melhor de mim e estes três meses têm sido especiais. Sem grandes aventuras e olheiras mas com aquele cansaço bom.
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| Fofo | Avó Tátá |
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| Placa | Caturra |
Como arruinar com a reputação de um homem em três tempos
26.9.19
Os Homens são incríveis na sua forma de ser. Diferentes das Mulheres, em tudo! Não sei se é bom ou mau mas é a realidade.
Eles são objetivos, não perdem tempo com mesquinhices, simplificam (muitas vezes demais) e para eles o certo é o nosso errado.
Reclamamos que vêm mal habituados das mães mas como mãe de menino já consigo dar algum desconto (mas pouco).
O assunto maridos faz sempre parte das tertúlias entre amigas e é coisa para horas a fio de conversa. Viram uma anedota de tanta coisa inacreditável. Voltamos para a nossa casa e percebemos que afinal o nosso marido não é o "pior" comparativamente com o das amigas.
Isto porque passamos o tempo a achar que o marido da amiga é sempre o mais querido, o mais romântico, o mais arrumadinho, o mais responsável, o mais tudo. E tudo porque só vemos aquele lado mais cor-de-rosa, não vemos as meias esquecidas pela casa e a toalha de banho em cima da cama.
Por tudo isto decidi, em modo brincadeira, (porque a vida é muito melhor se a levarmos a rir) fazer uma lista das coisas que arruina por completo a reputação dos nossos maridos, mas em público, para todos lerem.
Importante dizer que não fui eu que inventei, foi tudo dito por vocês, eu só reproduzi...e concordei, claro! Obrigada por todas as vossas mensagens, vocês são um máximo!
Estão preparadas?!?
Eles são objetivos, não perdem tempo com mesquinhices, simplificam (muitas vezes demais) e para eles o certo é o nosso errado.
Reclamamos que vêm mal habituados das mães mas como mãe de menino já consigo dar algum desconto (mas pouco).
O assunto maridos faz sempre parte das tertúlias entre amigas e é coisa para horas a fio de conversa. Viram uma anedota de tanta coisa inacreditável. Voltamos para a nossa casa e percebemos que afinal o nosso marido não é o "pior" comparativamente com o das amigas.
Isto porque passamos o tempo a achar que o marido da amiga é sempre o mais querido, o mais romântico, o mais arrumadinho, o mais responsável, o mais tudo. E tudo porque só vemos aquele lado mais cor-de-rosa, não vemos as meias esquecidas pela casa e a toalha de banho em cima da cama.
Por tudo isto decidi, em modo brincadeira, (porque a vida é muito melhor se a levarmos a rir) fazer uma lista das coisas que arruina por completo a reputação dos nossos maridos, mas em público, para todos lerem.
Importante dizer que não fui eu que inventei, foi tudo dito por vocês, eu só reproduzi...e concordei, claro! Obrigada por todas as vossas mensagens, vocês são um máximo!
Estão preparadas?!?
- Muito calmos. Demasiado. Nós cheias de pressa e eles a pedirem autorização a um pé para avançar com o outro.
- Falta de pontualidade. Para eles a vida é feita com muita calma, não chegam à hora, não faz mal, a vida é para ser vivida um dia de cada vez.
- Meias, muitas meias no chão. E quando as metem para lavar (caso raro) estão todas enroladinhas, como se de uma bolo se tratasse.
- Deixar as embalagens vazias. É mais fácil ter alguém que as reponha. Mas até consigo compreender, afinal não sabem onde estão as coisas.
- Deixar a roupa toda desarrumada. Mas isto tem explicação, eles consideram a roupa como um ser vivo, que anda e que volta para os cabides ou roupa suja.
- E quando usam como defesa uma coisa que deixamos desarrumada em prol das suas 500 coisas?
- Onde está? É talvez das perguntas mais proferida pelos homens. Na maioria das vezes dá tanto trabalho explicar, que avançamos nós. Sim, porque a probabilidade de não encontrarem é muito elevada.
Coração no Bolso
25.9.19
A entrada no jardim de infância/escola é, geralmente, uma fase que trás bastantes desafios para todas as famílias e por vezes, vivida com bastante ansiedade e medo por parte de todos
Quando a criança é bebé não se apercebe tanto destas mudanças, desde que as suas necessidades sejam asseguradas. Todavia, a partir dos 2/3 anos, as crianças manifestam sintomas por vezes difíceis de gerir por parte das famílias: choro, birras, alterações no sono, possíveis retrocessos na enurese e ecoprese, necessidade maior de chucha, febres, dores de barriga, dores de cabeça, etc. Estes sintomas podem ocorrer em cada mudança de ciclo/escola, principalmente em crianças que vivenciam as mudanças com maior ansiedade.
Quanto aos adultos, os sintomas são um bocadinho diferentes mas também existem: ansiedade, sentimento de culpa, tristeza, entre outros. O momento de separação da criança, deixá-la ao cuidado de pessoas inicialmente estranhas, a adaptação ao espaço, aos colegas, as dúvidas se irá gostar ou não, se vai progredir, etc. E mais difícil, todas estas vivências longe do olhar e do colo do pai e da mãe.
Após algumas semanas, com a interiorização das novas rotinas e com a adaptação a todas as novidades, corações de pais e filhos tornam-se mais tranquilos e os sorrisos vão aumentando de dia para dia.
Para facilitar esta fase de transição, sugerimos-lhe a técnica do coração de bolso, um coração (ou outra forma que queira dar), construído especialmente por si com todo o amor e atenção. Esta técnica é muito fácil (mesmo para quem possa não ter tanto jeito para trabalhos manuais) e poderá ser uma excelente ajuda para acalmar os corações dos pequeninos.
Precisa apenas de 15 minutos para fazê-lo!
Materiais necessários:
- Tesoura
- Pedaços de feltro/tecido/placa eva
- Agulha e linha para coser
- Enchimento para o coração (fibras, algodão,etc)
- Perfume da mãe/pai (opcional)
| Fonte: Lisbon South Bay |
- Cosa tudo à volta e deixe apenas 2 cm abertos para poder introduzir o enchimento.
- Encha o seu coração de bolso, com muitos abraços, beijinhos e todo o carinho que verdadeiramente sente pelo seu pequenino.
- Depois de cosido todo em volta, o seu coração de bolso fica pronto! Também poderá borrifá-lo com um pouco do seu perfume habitual para que ainda fique mais personalizado.
- Pode fazê-los em várias cores para que possa ter sempre muito Amor extra para dar.
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| Fonte: Lisbon South Bay |
Após a construção do coração entregue-o à/ao sua/seu filho, dizendo-lhe que todos os dias poderá levar o seu coração para a escola e que poderá agarrá-lo, olhá-lo, cheirá-lo ou lembrar-se dele sempre que quiser e assim, sentir a presença da mãe/pai.
Poderá acompanhar a entrega do coração com a leitura da história “Coração de Bolso”
Com regras e com amor,
Roupeiros renovados
24.9.19
Este tempo incerto começa a dar vontade de espreitar as novas coleções. Inclusive já comecei a renovar os roupeiros. Por norma faço um reforço no início da estação Outono/Inverno e Primavera/Verão.
Depois vou comprando consoante alguma necessidade ou gosto mas a maior parte faço nos inícios de época. Confesso que cada vez menos tenho vontade de fazer compras, embora seja uma perdição todas as roupas de criança.
A escola "obriga-me" a esquecer jardineiras e o estilo mais clássico, que gosto tanto, mas durante o fim-de-semana não abdico desse estilo. Contudo ser prático e confortável assume cada vez mais o lugar na hora de escolher.
Gosto essencialmente de lisos ou alguns padrões simétricos. Os "bonecos" deixo para os pijamas e boxers.
Para esta estação as minhas cores preferidas são o rosa pastel, mostarda, cinzentos e brancos e o clássico azul que já faz parte da nossa família há vários anos.
Já me falta muito pouco para dar por concluído os roupeiros. E por aí por casa já está tudo preparado para a receber a nova estação?
| Zara |
| 1. Zippy 2. Kiabby |
Ser criança, mesmo por pouco tempo.
23.9.19
Por vezes dou por mim a pensar se deixo os meus filhos serem "simplesmente" crianças. Na nossa vida de adultos, das nossas ambições de querer que sejam mais e mais, sinto que fica para trás o mais importante.
Os dias são preenchidos pelas várias atividades que lhes proporciono.
Com o FM as atividades são mais controladas mas com o T há alturas que sinto que lhe "roubo" algo.
Por ter consciência da importância da estimulação para o seu desenvolvimento faz-me encher-lhe os dias com a escola, terapias e ainda algumas atividades que ache importantes.
Os dias são preenchidos ao máximo. Não sei se é o certo ou é o errado mas foi o caminho que tracei à cinco anos.
É um esforço familiar e financeiro que se faz em prol de um bom desenvolvimento que a seu tempo acredito que valha a pena.
Mas até lá é este misto de sentimentos. Há alturas que sinto que lhe roubo parte da sua infância. Contudo é a sua realidade desde sempre.
Toda sua adaptação incrível aos seus horários "malucos" faz-me admira-lo ainda mais.
Sinto muitas vezes no seu olhar o seu cansaço mas mesmo assim continua a lutar só "mais um pouco" por algo que não se consegue medir. São muitas lágrimas de cansaço que muitas vezes lhe caiem daquele rosto.
É um caminho duro e que por vezes tem de ser ajustado e negociado para o seu bem estar. Um caminho feito de vitórias, alegrias mas também com algumas frustrações e lágrimas. É um caminho, e tudo isto faz parte.
Talvez por isso seja tão liberal com os meus filhos, não gosto de os sentir enclausurados na sua própria casa, gosto sim de os sentir livres e com liberdade de expressão.
Não me importo que espalhem todos os seus brinquedos pela casa (mesmo quando só quero ver tudo arrumado), que pintem as paredes, que brinquem à chuva, que pintem os seus corpos com o arco arco-íris pois é nesse malabarismo que os sinto, e que os vejo como crianças!
Gosto de lhes dar a natureza e o ar puro. Gosto que construam as suas próprias memórias. Gosto que caíam e que se levantem. Gosto que a água do banho venha castanha e que deixem as pisadas pelo nosso chão de madeira.
Gosto apenas que sejam crianças mesmo com a falta de tempo deles.
Os dias são preenchidos pelas várias atividades que lhes proporciono.
Com o FM as atividades são mais controladas mas com o T há alturas que sinto que lhe "roubo" algo.
Por ter consciência da importância da estimulação para o seu desenvolvimento faz-me encher-lhe os dias com a escola, terapias e ainda algumas atividades que ache importantes.
Os dias são preenchidos ao máximo. Não sei se é o certo ou é o errado mas foi o caminho que tracei à cinco anos.
É um esforço familiar e financeiro que se faz em prol de um bom desenvolvimento que a seu tempo acredito que valha a pena.
Mas até lá é este misto de sentimentos. Há alturas que sinto que lhe roubo parte da sua infância. Contudo é a sua realidade desde sempre.
Toda sua adaptação incrível aos seus horários "malucos" faz-me admira-lo ainda mais.
Sinto muitas vezes no seu olhar o seu cansaço mas mesmo assim continua a lutar só "mais um pouco" por algo que não se consegue medir. São muitas lágrimas de cansaço que muitas vezes lhe caiem daquele rosto.
Talvez por isso seja tão liberal com os meus filhos, não gosto de os sentir enclausurados na sua própria casa, gosto sim de os sentir livres e com liberdade de expressão.
Não me importo que espalhem todos os seus brinquedos pela casa (mesmo quando só quero ver tudo arrumado), que pintem as paredes, que brinquem à chuva, que pintem os seus corpos com o arco arco-íris pois é nesse malabarismo que os sinto, e que os vejo como crianças!
Gosto de lhes dar a natureza e o ar puro. Gosto que construam as suas próprias memórias. Gosto que caíam e que se levantem. Gosto que a água do banho venha castanha e que deixem as pisadas pelo nosso chão de madeira.
Gosto apenas que sejam crianças mesmo com a falta de tempo deles.
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