Quando nasce um filho nasce uma mãe, mesmo que essa mãe já tenha dois ou três filhos.
A mulher que entra naquele bloco de partos jamais sairá igual.
Incrível como antes os medos são mais que muitos, são tantas as interrogações.
Sempre tive confiante durante toda a gravidez mas à medida que as semanas se iam aproximando aqueles medos que estavam camuflados vieram todos ao de cima.
O medo maior era se me acontecesse alguma coisa. como é que os meus filhos iam ficar, estaria eu preparada para os deixar?
Outra das minhas inquietudes era sobre a nossa vida, como é que a nossa vida iria ficar com mais um membro da família? Logo agora que tudo estava tão confortável...
Com a MC não havia dúvidas, tinha a certeza que tudo correria bem por isso os medos maiores eram com os meus filhos.
Dei por mim a achar que não iria ser capaz, que não estava preparada para os deixar sem saber como voltaria. Mas ao mesmo tempo que tinha estes pensamentos obrigava-me a não pensar neles e a desviar estas inseguranças para pensamentos positivos.
8 dicas para curar uma mastite
24.7.19
Do T já tinha tido uma mastite, pelo menos achava eu. Depois desta acredito que tenha tido tudo menos isso.
Os sintomas são fáceis de detectar:
Os sintomas são fáceis de detectar:
- Febre
- Dores no corpo
- Calafrios
- Mama inflamada (avermelhada e com ingurgitamento)
Confesso que o mau estar, semelhante a uma gripe é que me alertou para uma possível mastite. Mas mesmo assim desvalorizei e achei que a pega não tivesse a ser bem feita e que fosse o cansaço a dar-me estas dores no corpo.
Não liguei para o meu médico (errado) porque achei que não era motivo para chatear e por livre vontade marquei uma consulta com uma técnica especializada na amamentação.
Não que não tivesse sido útil mas hoje teria feito tudo ao contrário. Tinha ligado ao meu médico e tinha recorrido às enfermeiras que o meu hospital tem.
O processo requer muita paciência, força e alguma resiliência e também muitas técnicas para ajudar a resolver esta dor.
Deixo-vos 8 dicas que resultaram comigo:
- Optimizar a pega
- Antes da mamada meter sobre a mama 10 minutos um saco de sementes quente
- Após a mamada meter de imediato gelo
- Esvaziar a mama com mamadas frequentes com alguma pressão nos ductos bloqueados
- No caso de dores ou de fissuras no mamilo recorrer à bomba para esvaziar a mama.
- Após a mamada espalhar um pouco do nosso leite para ajudar na cicatrização
- Meter folhas de couve frias no peito para ajudar na inflamação
- Purelan ou regenador de mamilos da Avene e sempre que possível deixar o peito ao ar.
- Brufen e antibiótico (consultar o médico previamente)
Para quem está a passar por isto, desejo as rápidas melhoras e muita força porque sei bem as dores que sentimos, mas somos fortes!
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| Look Mum & filha | Matchy Matchy Fotografia | Centrimagem |
Uma mãe também precisa de ajuda
23.7.19
"A maternidade é das coisas mais avassaladoras que existe numa família. Domina-nos fisicamente e psicologicamente. Separa-nos e une-nos.
Mete-nos em causa, faz-nos duvidar de nós próprios mas ao mesmo tempo dá-nos forças mesmo quando achamos que não a temos e faz-nos tão mais felizes."
Esta é talvez a melhor definição do que é este mundo que tantas vezes nos faz sorrir e chorar ao mesmo tempo.
Os dias são exigentes, há dias que não conseguimos sequer tomar banho ou almoçar porque é preciso estar ali lado a lado, embalar, dar colo, alimentar e mudar fraldas e nisto o dia passa. Esta fase é desafiadora e testa os nossos limites, não dá para virar costas e dizer um "volto já". É preciso respirar fundo, aceitar que não existe timings para outras coisas, é preciso abraçar com o coração.
A maternidade é o que nós queremos fazer dela, pode ser maravilhosa se aceitarmos tal como ela é com tudo o que implica ou pode ser um "inferno" se quisermos manter a nossa vida do antigamente.
É preciso ser forte! Ter estrutura e apoio familiar para enfrentar os dias difíceis. E não acharmos que somos as super mulheres e que não precisamos de ajuda.
Pela primeira vez provei o que é ter um dia difícil, o que é perder o controlo de nós próprios e descompesarmos por completo.
Infelizmente estes dias não tem sido fáceis, tive uma mastiste que me deitou muito a baixo.
Embora seja algo comum, é algo que nos deita a baixo por completo numa altura em que sabemos que temos um bebé para cuidar e que precisa tanto de nós.
Fiquei doente, muito doente! Enfrentei febre, calores, frios como se tivesse em pleno inverno e dores insuportáveis e me fez duvidar das minhas capacidades.
Mesmo já a tomar o antibiótico, não melhorei de imediato (o que é normal visto que é preciso dar tempo para fazer efeito), as dores na mama eram mais que muitas. E eu que tanto quero dar mama...
O brilho no olhar quando conheceram a irmã
16.7.19
Finalmente consegui vir aqui, estes dias têm sido focados na baby MC e pouco ou nada tem sobrado para escrever-vos como já é habitual.
Ter um bebé recém nascido é maravilho mas o primeiro mês além de ser vivido numa bolha gigante de amor, é uma logística sem igual e que nos obriga a dar prioridade ao que é verdadeiramente importante.
Aos poucos e poucos a vida volta a reorganizar-se e tudo volta ao normal.
Tenho tanto para vos contar, que nem sei por onde começar!! Mas vou com calma contar-vos tudo pela sua ordem.
Se tivesse que eleger o dia mais feliz da minha vida não conseguia, isto porque não tenho só um dia em que me senti verdadeiramente e genuinamente feliz. Felizmente tenho vários e todos eles passam pela minha família, o dia em que me casei, o dia em que descobri que estava grávida pela primeira vez, o dia em que o T nasceu, o nascimento do FM, o maravilhoso parto da MC e quando os meus filhos conheceram a irmã.
E é este dia que há tanto tempo vos queria escrever.
O dia em que apresentamos um irmão a outro irmão é um dia memorável e muito íntimo pois é em quatro paredes que se dá um amor sem igual. Sou convicta quando digo que a maior herança que podemos dar aos nossos filhos é irmãos pois é um amor feito de preto no branco e de uma intensidade que não se assemelha a outro amor.
Foi isso que senti quando a porta do meu quarto se abriu, senti nervosismo nos meus filhos, senti que embora não soubessem bem o que os esperava confiaram no pai que os foi buscar, senti a sua excitação e acima de tudo senti o quanto aceitaram sem medos a sua nova irmã.
Confesso que estava nervosa, é sempre uma incógnita, sabemos o que queremos mas não sabemos o que esperar.
Embora o amor cresça com uma barriga, nunca sabemos como vão ser as reações.
Antes de me terem rebentado as águas, sem saber que estava a horas que isso acontecesse, fui buscar o T à escola e deixa-lo com a minha avó, onde estava o FM.
Quando os deixei, o FM queria ter ido comigo e sem saber porquê disse-lhe que a mãe tinha de ir ao médico, mal eu sonhava que iria mesmo passado duas horas.
Foi dessa forma que me despedi deles e lembro-me que quando estava a caminho do hospital, ter dito ao B que queria muito voltar e despedir-me deles mas depois achamos por bem não ir porque podiam ficar destabilizados.
O que é certo é que a mãe não voltou do hospital e no dia seguinte foram eles ter comigo.
Vivi meses ansiosa com este momento, com certezas, muitas dúvidas e medos. Nunca sabemos como serão as reações, de como se vão sentir, de como a nossa família vai ficar.
Ter um bebé recém nascido é maravilho mas o primeiro mês além de ser vivido numa bolha gigante de amor, é uma logística sem igual e que nos obriga a dar prioridade ao que é verdadeiramente importante.
Aos poucos e poucos a vida volta a reorganizar-se e tudo volta ao normal.
Tenho tanto para vos contar, que nem sei por onde começar!! Mas vou com calma contar-vos tudo pela sua ordem.
Se tivesse que eleger o dia mais feliz da minha vida não conseguia, isto porque não tenho só um dia em que me senti verdadeiramente e genuinamente feliz. Felizmente tenho vários e todos eles passam pela minha família, o dia em que me casei, o dia em que descobri que estava grávida pela primeira vez, o dia em que o T nasceu, o nascimento do FM, o maravilhoso parto da MC e quando os meus filhos conheceram a irmã.
E é este dia que há tanto tempo vos queria escrever.
O dia em que apresentamos um irmão a outro irmão é um dia memorável e muito íntimo pois é em quatro paredes que se dá um amor sem igual. Sou convicta quando digo que a maior herança que podemos dar aos nossos filhos é irmãos pois é um amor feito de preto no branco e de uma intensidade que não se assemelha a outro amor.
Foi isso que senti quando a porta do meu quarto se abriu, senti nervosismo nos meus filhos, senti que embora não soubessem bem o que os esperava confiaram no pai que os foi buscar, senti a sua excitação e acima de tudo senti o quanto aceitaram sem medos a sua nova irmã.
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| Look | Oh Cutxi Kids |
Confesso que estava nervosa, é sempre uma incógnita, sabemos o que queremos mas não sabemos o que esperar.
Embora o amor cresça com uma barriga, nunca sabemos como vão ser as reações.
Antes de me terem rebentado as águas, sem saber que estava a horas que isso acontecesse, fui buscar o T à escola e deixa-lo com a minha avó, onde estava o FM.
Quando os deixei, o FM queria ter ido comigo e sem saber porquê disse-lhe que a mãe tinha de ir ao médico, mal eu sonhava que iria mesmo passado duas horas.
Foi dessa forma que me despedi deles e lembro-me que quando estava a caminho do hospital, ter dito ao B que queria muito voltar e despedir-me deles mas depois achamos por bem não ir porque podiam ficar destabilizados.
O que é certo é que a mãe não voltou do hospital e no dia seguinte foram eles ter comigo.
Vivi meses ansiosa com este momento, com certezas, muitas dúvidas e medos. Nunca sabemos como serão as reações, de como se vão sentir, de como a nossa família vai ficar.
Até já
4.7.19
Tenho estado um pouco ausente por aqui porque além de estar a viver numa bolha de amor ainda estou a organizar toda a logística que requer duas crianças reguilas e um recém nascido.
Em breve conto voltar com muitos textos sobre o que é viver tudo isto pela terceira vez.
Até já
Em breve conto voltar com muitos textos sobre o que é viver tudo isto pela terceira vez.
Até já
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| Centrimagem |
Maria Constança
2.7.19
Vou começar pelos inícios dos inícios...
Não queria um parto por cesariana, não que tenha alguma coisa contra mas porque já tinha tido a experiência de um parto natural e sei o quanto nos marca por isso tinha muito presente que tudo faria para que fosse um parto natural.
O que é certo é que as semanas foram passando e mesmo com a agitação do meu dia a dia a MC não queria vir ao mundo.
Como o parto do FM tinha sido por cesariana, este não podia ser induzido e como tal o meu médico sem pressões deixou que o tempo se encarregasse da mãe natureza.
Contudo na minha última consulta tinha a certeza que seria marcada a cesariana, não dava para esperar muito mais e embora quisesse muito um parto natural, tinha de pensar no bem estar da MC.
A consulta das 41 semanas era quarta-feira e nessa mesma semana antes da consulta, dei início a tudo o que estava ao meu alcance para que entrasse em trabalho de parto de forma espontânea.
Foram muitas as dicas que recebi vossas (OBRIGADA!) posso afirmar que neste momento sei tudo o que se deve fazer para entrarmos em trabalho de parto de uma forma espontânea. Por isso se precisarem podem perguntar-me :)
Terça-feira, fui com a minha mãe à praia de Santo Amaro em Oeiras para andar, ao todo foram 5kms. Cheguei a casa tomei um banho de água quente e adormeci. Acordei com contrações mas com a certeza que seria pelo esforço físico que fiz, levantei-me e fui ao médico com esperança que me dissesse que já havia um prognóstico mais favorável.
O CTG acusou contrações e o meu útero tinha passado de fechado a permeável a um dedo. Toque feito!
E antes de acabarmos tivemos todos de tomar uma decisão, marcar o parto. Na minha cabeça já tinha o dia que queria (2ªfeira) mas o meu médico parece que leu os meus pensamentos e disse também 1 de Julho. Dei quase um pulo da cadeira e disse: Está óptimo! Fechado!!
Saí de lá com a certeza que iria dar tudo de mim e que iria meter tudo em prática mas que até sábado não tivesse sinais desistiria desta luta e entregava nas mãos de Deus este meu parto.
Depois do toque e já com muita pressão na bacia (pelo dia anterior), voltei à praia com a minha querida mãe e foram mais 5km sobre a areia mole, quando cheguei a casa, já com poucas forças ainda enchi o peito de ar e subi oito andares, cheguei e tomei um banho bem quente e terminei a ver a novela numa bola de pilates.
Estava confiante que seria durante a noite mas nada. Levantei-me eram 7h porque nesse dia tinha terapia com o T e além da pressão na bacia poucos ou nenhuns sinais tinha, até que de um momento para o outro começo com contrações muito fortes mas muito irregulares, como já tinha tido estas contrações nas 39 semanas desvalorizei por completo, fiz a minha vida normal mas sempre com contrações, fui arrumar coisas no centro de terapias que já partilhei convosco, subi, desci escadas, peguei em livros, limpei, fiz de tudo um pouco e sempre com contrações.
Entretanto eu e a terapeuta do T demos uma entrevista para uma terapeuta do Desenvolve-T e ainda com contrações estava completamente longe de imaginar o que me iria acontecer passado uns minutos.
Acabamos a entrevista, começamos a falar e no meio da conversa senti como se fosse uma rolha a abrir dentro de mim e a água a escorrer pelas pernas.
14.25h "Filipa, rebentaram-me as águas"
Óptimo. O que quer que faça? Mas já em modo "barata tonta"
Nada, mantenha a calma porque está tudo bem. Dê-me uma cadeira.
Não queria um parto por cesariana, não que tenha alguma coisa contra mas porque já tinha tido a experiência de um parto natural e sei o quanto nos marca por isso tinha muito presente que tudo faria para que fosse um parto natural.
O que é certo é que as semanas foram passando e mesmo com a agitação do meu dia a dia a MC não queria vir ao mundo.
Como o parto do FM tinha sido por cesariana, este não podia ser induzido e como tal o meu médico sem pressões deixou que o tempo se encarregasse da mãe natureza.
Contudo na minha última consulta tinha a certeza que seria marcada a cesariana, não dava para esperar muito mais e embora quisesse muito um parto natural, tinha de pensar no bem estar da MC.
A consulta das 41 semanas era quarta-feira e nessa mesma semana antes da consulta, dei início a tudo o que estava ao meu alcance para que entrasse em trabalho de parto de forma espontânea.
Foram muitas as dicas que recebi vossas (OBRIGADA!) posso afirmar que neste momento sei tudo o que se deve fazer para entrarmos em trabalho de parto de uma forma espontânea. Por isso se precisarem podem perguntar-me :)
Terça-feira, fui com a minha mãe à praia de Santo Amaro em Oeiras para andar, ao todo foram 5kms. Cheguei a casa tomei um banho de água quente e adormeci. Acordei com contrações mas com a certeza que seria pelo esforço físico que fiz, levantei-me e fui ao médico com esperança que me dissesse que já havia um prognóstico mais favorável.
O CTG acusou contrações e o meu útero tinha passado de fechado a permeável a um dedo. Toque feito!
E antes de acabarmos tivemos todos de tomar uma decisão, marcar o parto. Na minha cabeça já tinha o dia que queria (2ªfeira) mas o meu médico parece que leu os meus pensamentos e disse também 1 de Julho. Dei quase um pulo da cadeira e disse: Está óptimo! Fechado!!
Saí de lá com a certeza que iria dar tudo de mim e que iria meter tudo em prática mas que até sábado não tivesse sinais desistiria desta luta e entregava nas mãos de Deus este meu parto.
Depois do toque e já com muita pressão na bacia (pelo dia anterior), voltei à praia com a minha querida mãe e foram mais 5km sobre a areia mole, quando cheguei a casa, já com poucas forças ainda enchi o peito de ar e subi oito andares, cheguei e tomei um banho bem quente e terminei a ver a novela numa bola de pilates.
Estava confiante que seria durante a noite mas nada. Levantei-me eram 7h porque nesse dia tinha terapia com o T e além da pressão na bacia poucos ou nenhuns sinais tinha, até que de um momento para o outro começo com contrações muito fortes mas muito irregulares, como já tinha tido estas contrações nas 39 semanas desvalorizei por completo, fiz a minha vida normal mas sempre com contrações, fui arrumar coisas no centro de terapias que já partilhei convosco, subi, desci escadas, peguei em livros, limpei, fiz de tudo um pouco e sempre com contrações.
Entretanto eu e a terapeuta do T demos uma entrevista para uma terapeuta do Desenvolve-T e ainda com contrações estava completamente longe de imaginar o que me iria acontecer passado uns minutos.
Acabamos a entrevista, começamos a falar e no meio da conversa senti como se fosse uma rolha a abrir dentro de mim e a água a escorrer pelas pernas.
14.25h "Filipa, rebentaram-me as águas"
Óptimo. O que quer que faça? Mas já em modo "barata tonta"
Nada, mantenha a calma porque está tudo bem. Dê-me uma cadeira.
Desenvolve-T
26.6.19
Um projeto com o nome TOMÁS!!
Não chegará na melhor altura mas a vida é feita de surpresas e cabe a nós ajustarmos e alinharmos as agulhas para tornar possíveis os nossos sonhos.
Quase com a MC nos braços e ao mesmo tempo com uma porta aberta para abraçar todas as famílias que quererão sonhar connosco.
Sou de sonhos, da paz, da boa energia e é isso que quero para as outras famílias. Vou dar a minha fórmula da felicidade, vou mostrar que é possível, vou lutar convosco, vou também frustrar-me mas juntos festejaremos muitas vitórias.
É este a minha/nossa missão para convosco.
Desenvolve-T - Um Centro Infantil de Terapias. Um projeto desenhado e planeado por mim e pela terapeuta do T.
Foram precisos quatro anos para tirar este projeto do papel, primeiro teve de ser amadurecido, depois desenhado e por fim ter passado por todas as burocracias inerentes à abertura de um estabelecimento.
Uma equipa multidiscilinar para os nossos filhos, nem sempre é fácil de construir, é preciso disponibilidade de tempo, de recuarmos e avançarmos vezes sem conta.
Foi por todas essas dificuldades que me deparei que criei o Desenvolve-T, um espaço, com todas as valências para que as crianças num só espaço consigam ter uma equipa a trabalhar para ela, onde se debaterá caso a caso, e onde trabalharão exclusivamente no desenvolvimento da criança.
Todo o trabalho será centrado na criança.
Aqui podem encontrar num só espaço, todas as terapias cruciais para o bom desenvolvimento de uma criança:
Não chegará na melhor altura mas a vida é feita de surpresas e cabe a nós ajustarmos e alinharmos as agulhas para tornar possíveis os nossos sonhos.
Quase com a MC nos braços e ao mesmo tempo com uma porta aberta para abraçar todas as famílias que quererão sonhar connosco.
Sou de sonhos, da paz, da boa energia e é isso que quero para as outras famílias. Vou dar a minha fórmula da felicidade, vou mostrar que é possível, vou lutar convosco, vou também frustrar-me mas juntos festejaremos muitas vitórias.
É este a minha/nossa missão para convosco.
Desenvolve-T - Um Centro Infantil de Terapias. Um projeto desenhado e planeado por mim e pela terapeuta do T.
Foram precisos quatro anos para tirar este projeto do papel, primeiro teve de ser amadurecido, depois desenhado e por fim ter passado por todas as burocracias inerentes à abertura de um estabelecimento.
Uma equipa multidiscilinar para os nossos filhos, nem sempre é fácil de construir, é preciso disponibilidade de tempo, de recuarmos e avançarmos vezes sem conta.
Foi por todas essas dificuldades que me deparei que criei o Desenvolve-T, um espaço, com todas as valências para que as crianças num só espaço consigam ter uma equipa a trabalhar para ela, onde se debaterá caso a caso, e onde trabalharão exclusivamente no desenvolvimento da criança.
Todo o trabalho será centrado na criança.
Aqui podem encontrar num só espaço, todas as terapias cruciais para o bom desenvolvimento de uma criança:
- Terapia da Fala
- Psicomotricidade
- Terapia Ocupacional
- Psicologia
- Fisioterapia
E aliado a todas estas técnicas o Método Glenn Doman. O método que aplico ao Tomás desde os seus 4 meses e que é responsável por grande parte do seu desenvolvimento.
Tudo num só espaço, pensado com o coração, e proporcionar o nosso melhor para as vossas famílias pois só assim faz sentido!
O sonho comanda a vida e nós queremos que os vossos filhos brilhem!
Esperamos por vocês em breve.
Podem saber mais sobre este projeto aqui.
Até já
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