Sem parar

19.11.18

Tenho tido uma vida super complicada, em que os dias parecem perder-se nas 1001 tarefas. Há dias em que me desorientada com tanta coisa para fazer.

Passei o fim-de-semana a trabalhar e parece que esta semana que entrou começou meio desgovernada

Mas no meio de tanta coisa ainda consegui arranjar algum tempo para vos mostrar mais um look que adoro para esta estação.

O vestido e as botas são da Trendy Bazaar






Trendy Bazaar


Uma ida (divertida) ao médico

16.11.18

É com o maior orgulho que recebi o convite para ser madrinha do Hospital dos pequeninos.

É um projeto organizado pela Associação de Estudantes de Medicina de Lisboa e tem como objetivo reduzir a ansiedade que as crianças com idades entre os 3 e os 7 anos sentem quando confrontadas com os médicos. Por outro lado pretende-se que a nova geração médica utilize os seus conhecimentos para ajudar as crianças a perderem o medo da "bata branca" de uma forma lúdica.

Assim sendo este fim-de-semana podemos levar os nossos filhos com os seus bonecos preferidos ao "hospital" para que sejam tratados.

O filho dos nossos filhos vai passar por várias estações, como a triagem, consulta, análises, cirurgia, farmácia…) de forma a que este fique curado.

A entrada é gratuita. E vai realizar-se no Pavilhão do Conhecimento das 11h às 19h

Vai ser uma autêntica diversão!

Bom fim-de-semana :)

Vejam o vídeo para verem um pouco como vai ser





Acima de qualquer coisa é preciso respeitar e admirar!

15.11.18
Sou grata muito grata por ter um filho como o T. Não por ser meu filho mas porque foi ele quem me mostrou a verdadeira essência da vida, que me ensinou a valorizar o mais simples e à amar da forma mais pura que há.

São crianças com necessidades especiais, que lutam muito nas entre linhas da vida para serem vistos como adultos capazes no futuro.

Numa ida ao médico, um médico disse-me que são estas as crianças que fazem um mundo melhor e que mais merecem o nosso respeito porque são uns lutadores pois tudo é aprendido com "suor" enquanto as crianças ditas "normais" sentam-se, gatinham e andam por elas, nada lhes é ensinado, apenas nasce com elas.

O mesmo não acontece com as crianças com necessidades especiais pois estas lutam diariamente para alcançar coisas tão simples como o andar, o ler ou até mesmo encaixar objetos entre si.

Trabalham horas e horas a fio para chegarem ao nível das crianças que acordam a saber fazer.

São crianças que ao contrário de outras que caiem para o lado de tanto brincar, caiem por tanto terem trabalhado.

Nós mães em vez de os aproveitarmos num parque infantil, a vê-los correr, gritar e saltar, limitamo-nos a olhar para eles numa sala com quatro paredes cheias de estímulos, onde ali depositamos os nossos sonhos e os deles.

Habituamo-nos a viver no meio de uma carga horária tão grande que chega a deixar um adulto cansado só de ler.

São crianças que perante tudo isto não merecem que tenhamos pena mas sim um grande respeito e admiração por tamanha grandeza! Por aguentarem horas a fio e por lutarem de mãos dadas com os seus terapeutas e pais para se tornarem em adultos autónomos e aceites na sociedade.

É preciso olhar com respeito! Porque pena têm as galinhas :)







E o vencedor é...

13.11.18

A esta hora já estou na gala dos Blogs do Ano.

Não estou à espera de ganhar, confesso. A concorrência é forte e ainda para mais para mim que entrei nisto dos Blogs apenas para mostrar a realidade da Trissomia 21, sem qualquer objetivo comercial.

Jamais sonhava quatro anos depois estar ente os melhores mas fico orgulhosa com o feito até porque este mundo dos Blogs não é fácil de entrar nem tão pouco de permanecer.

É preciso muita dedicação, muito foco, algum sacrifício e acima de tudo nunca nos perdermos pelo vedetismo que isto possa envolver e do mundo cor de rosa que é passado tantas vezes.

Gosto de mostrar, o melhor de nós mas a nossa realidade enquanto família. Gosto de falar com cada pessoa que me aborda pessoalmente ou por mensagem, gosto de partilhar experiências e de ser voz de tanta família que passa por situações iguais ou idênticas às minhas.

Não sou mais nem menos do que vêm por aqui e é isto que quero até ao último dia que vos escreverei.

O caminho é longo e faz-se caminhando.

A esta hora ainda não sei quem ganhou mas podem acompanhar em directo através da TviPlayer.

Estarei gelada por dentro mas orgulhosa de mim por estar ali sentada.

Independentemente da vitória já ganhei e isso é o mais importante.

Vá para quem for o prémio será certamente bem merecido.

Obrigada a vocês, por todo o empenho em votarem, não me vou esquecer de todo o carrinho e de toda a movimentação criada para ganharmos, só por isso já valeu muita pena. Foram três semanas de diversão.

Até já


Trendy Bazaar

1001 tarefas

12.11.18
Da mesma forma que entramos nos meses mais mágicos do ano, entramos nos meses mais desafiantes, com mais trabalho, com mais projectos por concluir e com alguns já traçados para um novo ano que se avizinha ainda melhor que este que já está a terminar.

Tenho consciência que ando muito cansada, com um maior stress acumulado, com a certeza que nem sempre consigo dar tanto do tempo como desejava aos meus filhos.

Quando me perguntam o que faço, as resposta são sempre as mesmas, faço tanta coisa que não consigo definir numa única palavra pois até eu me vejo embrulhada nas minhas 1001 tarefas mas é certo que também não sei ser de outra forma. Sou feliz assim e isso é o que importa.

Já me habituei a ser assim mas tenho como certo que pode faltar tudo menos tempo para os meus filhos por isso gostei tanto desta T-Shirt da Trendy Bazaar. 

E com isto deixo-vos com um look super confortável e prático para tornar os vossos dias ainda mais simples.

A Trendy Bazzar além de ter um estilo muito descontraído, óptimo para a correria do dia a dia, tem T-shirts que só por si fazem um look.









T-Shirt | Trendy Bazzar
Blazer | Zara 


Botins | M Lovers 




Dia de Galochas

8.11.18
Não sou fã do frio, assumo-me uma friorenta do "pior" e embora saiba que a chuva é precisa é algo que não morro de amores.

E com filhos pequenos a chuva ainda atinge dimensões maiores pois toda a logística que envolve sair à rua com filhos a chover é algo digno de um filme de terror.

Contudo quando estou sem horas gosto que brinquem nas poças de água, que saltem, que se molhem, que sintam e que cheirem a terra molhada.

Mas para que tudo isso aconteça além de uns casacos quentinhos é preciso umas galochas!!





O ano passado já tinham feito furor aqui por casa, houve dias que foi difícil explicar-lhes que as galochas eram só para a chuva tal era o entusiasmo para as usarem.

Mãe é Mãe!

6.11.18
Felizmente não me posso queixar pois o pai dos meus filhos é um pai presente e preocupado mas conheço outros pais que não estão tão presentes no dia a dia dos seus filhos, muito pelo excesso do trabalho.

Mas o que é certo é que independentemente do pai estar presente ou não há coisas que nem sonham o que é preciso fazer e o que nós fazemos para tornar os dias mais leves.

Tomei essa consciência quando em tempos tomei a decisão que ía de férias para o Algarve só com um dos meus filhos (podem ler aqui).

Lembro-me de me ter sentado na mesa da sala e ter escrito folhas e folhas com recados e recadinhos, com tarefas e obrigações e foi aí que percebi que o papel de uma mãe é indispensável numa família e que somos nós que fazemos tudo acontecer.

Muitas delas são coisas simples, como uma medicação ou mesmo o material a levar para a escola mas é nessas pequenas coisas que se geram as grandes coisas.

O que é certo é que por mais ajudas que tenhamos dos nossos maridos, há coisas que só o coração de uma mãe sabe, talvez seja o instinto maternal a falar mais alto e que nos mete constantemente na linha da frente. Não sei...

Acredito  que o nosso cansaço venha daí e a falta de esquecimento (que o meu marido diz que ficou no bloco de partos há 4 anos) também. Todas estas preocupações sozinhas não representam nada mas juntas fazem a diferença para um bom funcionamento familiar.

Orgulhei-me de mim ao escrever cada tarefa, mas enchi-me de medo ao perceber que há coisas que são tão nossas e que por mais bilhetes que escrevamos nunca serão feitos da mesma forma, não que sejam feitos sem amor mas são feitos de forma diferente.

Mãe é mãe! Uma mãe será sempre uma mãe. É algo que nasce connosco!