1001 tarefas

12.11.18
Da mesma forma que entramos nos meses mais mágicos do ano, entramos nos meses mais desafiantes, com mais trabalho, com mais projectos por concluir e com alguns já traçados para um novo ano que se avizinha ainda melhor que este que já está a terminar.

Tenho consciência que ando muito cansada, com um maior stress acumulado, com a certeza que nem sempre consigo dar tanto do tempo como desejava aos meus filhos.

Quando me perguntam o que faço, as resposta são sempre as mesmas, faço tanta coisa que não consigo definir numa única palavra pois até eu me vejo embrulhada nas minhas 1001 tarefas mas é certo que também não sei ser de outra forma. Sou feliz assim e isso é o que importa.

Já me habituei a ser assim mas tenho como certo que pode faltar tudo menos tempo para os meus filhos por isso gostei tanto desta T-Shirt da Trendy Bazaar. 

E com isto deixo-vos com um look super confortável e prático para tornar os vossos dias ainda mais simples.

A Trendy Bazzar além de ter um estilo muito descontraído, óptimo para a correria do dia a dia, tem T-shirts que só por si fazem um look.









T-Shirt | Trendy Bazzar
Blazer | Zara 


Botins | M Lovers 




Dia de Galochas

8.11.18
Não sou fã do frio, assumo-me uma friorenta do "pior" e embora saiba que a chuva é precisa é algo que não morro de amores.

E com filhos pequenos a chuva ainda atinge dimensões maiores pois toda a logística que envolve sair à rua com filhos a chover é algo digno de um filme de terror.

Contudo quando estou sem horas gosto que brinquem nas poças de água, que saltem, que se molhem, que sintam e que cheirem a terra molhada.

Mas para que tudo isso aconteça além de uns casacos quentinhos é preciso umas galochas!!





O ano passado já tinham feito furor aqui por casa, houve dias que foi difícil explicar-lhes que as galochas eram só para a chuva tal era o entusiasmo para as usarem.

Mãe é Mãe!

6.11.18
Felizmente não me posso queixar pois o pai dos meus filhos é um pai presente e preocupado mas conheço outros pais que não estão tão presentes no dia a dia dos seus filhos, muito pelo excesso do trabalho.

Mas o que é certo é que independentemente do pai estar presente ou não há coisas que nem sonham o que é preciso fazer e o que nós fazemos para tornar os dias mais leves.

Tomei essa consciência quando em tempos tomei a decisão que ía de férias para o Algarve só com um dos meus filhos (podem ler aqui).

Lembro-me de me ter sentado na mesa da sala e ter escrito folhas e folhas com recados e recadinhos, com tarefas e obrigações e foi aí que percebi que o papel de uma mãe é indispensável numa família e que somos nós que fazemos tudo acontecer.

Muitas delas são coisas simples, como uma medicação ou mesmo o material a levar para a escola mas é nessas pequenas coisas que se geram as grandes coisas.

O que é certo é que por mais ajudas que tenhamos dos nossos maridos, há coisas que só o coração de uma mãe sabe, talvez seja o instinto maternal a falar mais alto e que nos mete constantemente na linha da frente. Não sei...

Acredito  que o nosso cansaço venha daí e a falta de esquecimento (que o meu marido diz que ficou no bloco de partos há 4 anos) também. Todas estas preocupações sozinhas não representam nada mas juntas fazem a diferença para um bom funcionamento familiar.

Orgulhei-me de mim ao escrever cada tarefa, mas enchi-me de medo ao perceber que há coisas que são tão nossas e que por mais bilhetes que escrevamos nunca serão feitos da mesma forma, não que sejam feitos sem amor mas são feitos de forma diferente.

Mãe é mãe! Uma mãe será sempre uma mãe. É algo que nasce connosco!










Uma ida ao Zoo

4.11.18
O tempo não se previa dos melhores para grandes passeios por isso mudámos a nossa ida do Zoo de Domingo para Sábado pois era algo que já lhes tínhamos prometido a algum tempo.

Acordaram super felizes, desejosos de irem ver os leões, as girafas e golfinhos.

Casacos Malha | Chicco
Jardineiras | Zara
Ténis | Pés de Cereja





Chegámos cedo e saímos já tarde mas muito felizes! Almoçamos por lá e foi paródia do início ao fim.

Obrigada por acreditarem em nós!

2.11.18
A campanha eleitoral para os Blogs do Ano correu tão bem que voltámos a ser nomeados para a categoria "Melhor Blog de família" e como as coisas boas nunca vêm sozinhas também estamos nomeados para a "Melhor Página de Instagram para Famílias".

Uma vez mais começo por agradecer todo o carinho, e por estarem sempre desse lado. Estas nomeações só são possíveis graças a vocês, pois sem o vosso apoio, sem a a vossa curiosidade de quererem saber mais sobre a nossa família, sem o vosso tempo para nos ler, sem acreditarem em nós, nada seria possível.

Sozinhos não conseguíamos mostrar que a diferença está nos olhos de quem a quer ver.
Só com vocês é que conseguimos mudar mentalidades e sermos ainda mais felizes!!

Podem votar em nós até ao dia 11 de Novembro aqui!! 


Votem! Votem! Votem.... MUITO!!

*Por cada voto a Pumpkin oferece 5 centimos à causa preferida das famílias portuguesas!

Entretanto no dia 13 de Novembro vamos saber os resultados dos Blogs do Ano... torçam por nós!

Um beijinho nosso
Bom fim-de-semana



Parentalidade (In)consciente

1.11.18

Ama-me mais quando menos o mereço. É aí que mais preciso” 
(provérbio sueco) 

Sente-se num local calmo e pare um pouco. Feche os olhos. Preste atenção ao ar que entra e que sai pelo nariz. Permita-se esquecer de onde está, de como foi o dia, das tarefas que ainda tem de fazer. Sinta só a sua respiração. Imagine que os seus pensamentos são barcos num rio que corre. Deixe-os fluir. Não entre em nenhum desses barcos, não se apegue a nenhum pensamento. Entre em contacto consigo. Fique assim o tempo que desejar. Quando se sentir calmo/a, faça-se as seguintes perguntas: “Quais são as minhas intenções enquanto pai/mãe? Que tipo de pai/mãe quero ser para os meus filhos?”, “Em que momentos eu e os meus filhos somos felizes?”.
Se fizer sentido, registe num papel as respostas que surgiram e guarde-o num local acessível para que possa recordar sempre que quiser.

Sobre a Parentalidade (In)consciente

Passamos muito tempo da nossa vida em piloto automático. Entre as rotinas e o percurso casa - escola dos miúdos – trabalho - escola dos miúdos – futebol – natação – casa (na versão mais reduzida), achamos que sobra pouco tempo e energia para prestar atenção aos padrões de comportamento individuais e parentais, aprendidos ao longo da vida. Digo achamos, porque na verdade há sempre tempo.

Empurramos para debaixo do tapete, encontramos causas exteriores para justificar o que não está a correr tão bem nas nossas vidas e no comportamento das crianças que teima em não melhorar. As coisas lá vão andando, disfarçadas pela tomada da medicação que aumenta cada vez mais nos miúdos e nos graúdos.

As escolhas que fazemos (ou não fazemos) e os padrões comportamentais que mantemos têm consequências na nossa vida. No que diz respeito à parentalidade, a história repete-se e intensifica-se, tendo um impacto imediato na educação das crianças, na relação que se estabelece com os filhos e na formação da personalidade dos mesmos.

Cada um ensina aquilo que é, e mesmo que tente ser uma coisa que não é para os seus filhos, rapidamente eles vão sentir e perceber isso, o que terá um impacto negativo na relação que irão construir. Uma criança respeita e valoriza as pessoas que admira e que são congruentes entre o seu discurso e as suas ações. Isso transmite-lhes segurança e confiança, ingredientes determinantes para um desenvolvimento socio emocional saudável e para o estabelecimento de vínculos fortes e positivos.

Este caminho na tomada de consciência daquilo que se é enquanto pai/mãe de uma criança, está na base da parentalidade consciente. Este conceito, influenciado pelas teorias do vínculo e da autodeterminação descendentes da psicologia e pelos princípios do mindfulness (atenção plena), está muito mais ligado a perguntas do que a respostas. Assenta no questionamento sobre as crenças, ideias, hábitos, valores e comportamentos que aprendemos ao longo da vida e que muitas vezes integramos sem refletirmos sobre eles, perpetuando-se naquilo que transmitimos aos nossos filhos. Assim, “a parentalidade consciente é muito mais sobre desaprender do que sobre aprender”.

Em jeito de exemplo, vejamos as seguintes situações: A maioria das famílias, força as crianças a comerem sopa nas refeições porque para a sociedade isso é o certo. E se para o seu filho, esse momento da refeição for sempre uma situação de conflito e de tensão? Será que vale a pena insistir? Em vários países, as crianças não comem sopa à refeição, havendo outras formas de introduzir os legumes na alimentação das crianças.

Quando a criança rejeita dar dois beijinhos a pessoas que acaba de conhecer, isso é encarado por si com tranquilidade ou sente-se posto em causa relativamente à educação que dá aos seus filhos? Pense no que acontece consigo. Sente-se sempre confortável ao cumprimentar na face as pessoas que conhece? Provavelmente a resposta é não e com certeza que com algumas pessoas estende instintivamente a mão em vez de estender a cara.

Com as crianças é a mesma coisa.

A questão é que com as crianças, temos tendência para olhar para o comportamento e não para a sua causa. Recuemos um pouco à infância: quando os bebés choram, enquanto pai/mãe tenta perceber a origem do choro: se é fome, sono, se a fralda está suja, se está um ambiente demasiado barulhento, se há uma necessidade de aconchego, etc. Ao identificar a causa, tenta satisfazer as necessidades do bebé, acabando este por se acalmar e o choro termina. É assim que a conexão entre pais e filhos se constrói e se fortalece. Por esta altura, o seu foco são as necessidades do bebé e prevalece uma relação empática com o seu filho, colocando-se frequentemente no seu lugar e tentando responder às suas necessidades para que se sinta bem.

“A partir dos 18 meses, aproximadamente, a pergunta essencial deixa de ser o «porquê» e passa a ser o «como». A principal preocupação começa a ser a boa educação e não a curiosidade em perceber qual a necessidade insatisfeita que causa o comportamento.” (Ovén, Mikaela, 2015). É aqui que começa o fosso entre os pais e os filhos e grande parte das birras e conflitos surge devido a este desfasamento.

Assim, à medida que as crianças crescem, a tendência é para deixarmos de olhar tanto para a origem ou causa do comportamento e sim para o comportamento em si, que por norma é alvo de julgamento e de um castigo/consequência. A maioria dos pais foca-se mais em encontrar técnicas e estratégias para controlar ou castigar esse comportamento, do que em identificar as necessidades que não estão a ser atendidas e as emoções que estão por trás de determinado comportamento. 


É aqui que começa o fosso entre os pais e os filhos e grande parte das birras e conflitos surge devido a este desfasamento.

Aprender a brincar

31.10.18

Estamos a dois meses do Natal e eu já só penso na noite mágica que está para chegar.

Os brinquedos continuam a ser uma perdição com tanta oferta para os nossos filhos, é inevitável não nos deixarmos atrair pelas suas cores e funções.

Há brinquedos que começam a fazer parte da nossa "mobília" e todos os anos há novidades que não deixo escapar é o caso dos Mega Bloks da Mattel.

E para os entretermos e brincarmos em família a garagem e o comboio estão a ser um sucesso em nossa casa.



E se um potencia mais o lado divertido dos rapazes com as suas corridas de carros o outro ajuda a ensinar as letras do alfabeto.


Tem sido uma forma divertida e lúdica de lhes apresentar as letras e é muito graças a estas brincadeiras que lhes tenho ensinado a identificar as letras dos seus nomes.

Além das peças terem o tamanho adequado para as mãos dos nossos filhos, são fáceis de construir, ajudando assim a desenvolver a motricidade fina.

As peças dos Mega Bloks complementam-se entre si o que faz com que os ajude a darem asas à sua imaginação. E é tão giro ver a quantidade de formas que conseguem fazer apenas com uma única peça.






São ideais para crianças a partir dos 12 meses por isso fica uma sugestão para o Natal.